Este período foi marcado por transformações e mudanças no contexto mundial e pelas exigências da evolução urbana e da transformação das relações comerciais. A atividade comercial passou a necessitar de apoio e organização para seu desenvolvimento.
É nesse ambiente, em 28/06/1960, que foi criado o CDL BH – Clube de Diretores Lojistas de Belo Horizonte, com sede no Edifício Araxá, na Av. Santos Dumont, 612 – Conjunto 301. O grupo fundador era composto por Benzion Levy, da Inglesa Levy; Oscar Nicolai, da Livraria Oscar Nicolai; Renato Falci, da Casa Falci; João Rolla Filho, do Mundo das Meias; Antônio Vidigal, da Farmácia Vidigal; João Vasconcellos Porto, do Supermercado Serve Bem; Cássio José Monteiro França, da União Brasileira de Tecidos; e Sebastião Morethson, da Bemoreira. Logo se juntaram ao grupo Nagib Calil El Abras e Nirlando Moacir de Miranda Beirão.
Primeiras ações
Logo no início, a entidade assumiu o Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC. E, na época, eram necessários três horas para se fazer uma consulta nas fichas de papéis através dos cadastros. Os constantes cortes de energia na cidade, prejudiciais ao comércio, levaram o CDL a agir junto à Cia de Força e Luz de Minas Gerais S/A. O problema dos camelôs já existia e o CDL cobrava ações de fiscalização da Prefeitura de Belo Horizonte.
Em 25/11/1965, o CDL foi reconhecido como Utilidade Pública pela Lei Municipal nº 1208. Outras ações eram voltadas para combater os altos impostos, como por exemplo, a elevação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM).
Em 1968 foi implantado o Termômetro de Vendas, um guia das atividades do setor que monitora as vendas, criando estratégias para o crescimento do comércio. No final da década, o grupo fundador criou as famosas promoções para as datas festivas do comércio, como Dia dos Namorados, das Mães, dos Pais e Natal.