O CDL/BH, à medida que se expandia, envolvia-se mais em questões relacionadas ao desenvolvimento do Estado, da capital e ao bem-estar de seus habitantes. Nesta época, as entidades empresariais mineiras se uniram pela instalação de um pólo siderúrgico em Minas, e não no Espírito Santo, como previa o governo federal. O esforço culminou com a inauguração da Açominas, na década seguinte, em 1986, em Ouro Branco.
Inúmeras foram as reivindicações junto à PBH para solucionar problemas cotidianos, como a limpeza das ruas, estabelecimento do horário livre de comércio, camelôs no hipercentro, dentre outras. Continuava a preocupação com a profissionalização do lojista e as promoções nas datas comemorativas para alavancar as vendas. Em 1977, o CDL fez contatos com Banco Central e teve participação fundamental junto ao governo federal para a implantação da alienação fiduciária e na comissão de Modificação do Código Tributário. Também conseguiu inserir nas folhas de cheque o número do CPF do emitente.
Com o crescimento do Clube e dos dados do cadastro do SPC, o espaço do Edifício Araxá tornou-se pequeno para as diversas atividades. Começaram estudos sobre construção de uma nova sede e um lote foi adquirido na gestão do Presidente Leonardo Augusto Ferreira. Em 28/12/1976, na gestão do Presidente Marcos Furman, foi inaugurada a primeira parte da sede do CDL/BH e do SPC, na Av. João Pinheiro, 495, onde permanece até os dias de hoje. A comissão de construção era integrada por Marcos Furman, Danilo Adolfo dos Santos e Ronaldo Ferretti.