Comerciante, a força da cidade

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O comerciante não se deixa intimidar com o atual período de instabilidade política, que vêm influenciando o cenário econômico. Ele arregaça as mangas com determinação e trabalha com otimismo visando boas expectativas para seu negócio. E é com essa convicção que o empresário mantém as portas abertas, conserva a perseverança. É como diz a música: “quem sabe faz a hora e não espera acontecer”.

Mas a política e a economia não são as únicas responsáveis por gerar impactos no cenário econômico. Os problemas que permeiam a cidade também afetam os setores de comércio e serviços. Assim como o cidadão, os comerciantes também sentem na pele o peso dos impostos, que travam o desenvolvimento dos seus negócios. A insegurança que ronda a cidade também assombra empresários, funcionários, e afasta os consumidores dos centros comerciais. Entre outros problemas, existes os entraves da mobilidade urbana e ocupação indevida das calçadas e vias que dificultam o acesso às lojas, comprometem o patrimônio público e retardam o progresso que tanto almejamos.

Mesmo tendo que enfrentar todos esses obstáculos diariamente, o comerciante se mantém forte. E é com esta convicção que ele abre as portas da sua loja para receber os clientes com um sorriso no rosto. Pois ele sabe da sua importância para o desenvolvimento econômico da cidade. E os setores de comércio e serviços se orgulham em serem parceiros de longa data de Belo Horizonte, oferecendo produtos e serviços de qualidade e gerando emprego e renda. Afinal, quando a cidade vai bem, o comércio vai bem. E quando o comércio está bem repercute favoravelmente no bem-estar da cidade.

Com a colaboração dos comerciantes, diversos bairros, municípios, estados e países podem se desenvolver. Em Belo Horizonte a história não é diferente. O comércio junto com o setor de serviços é responsável por 66,3% do Produto Interno Bruto (PIB) da capital, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aqui existem quase 67 mil empresas dos segmentos na capital, que empregam diretamente mais de um milhão de pessoas. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais 2015 (RAIS), o número de trabalhadores ultrapassa os três milhões em Minas Gerais. E em âmbito nacional, os setores respondem por mais de 35 milhões de postos de trabalho, segundo o Ministério do Trabalho.

Para homenagear esse empresário que tanto contribui com o desenvolvimento econômico da capital mineira, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), realiza neste ano a terceira edição da “Medalha 16 de Julho”. A homenagem que marca as comemorações do Dia do Comerciante, celebrado no dia 16 de julho, irá contemplar 27 empresários das nove regionais da capital, escolhidos por votação de comerciantes da região, que se destacaram por sua perseverança, inovação e liderança. Na categoria perseverança estão empresas antigas e tradicionais de Belo Horizonte que resistiram às mais diversas dificuldades e se mantém sustentáveis. As empresas com iniciativas inovadoras que demonstram criatividade em suas ações, serão homenageadas na categoria inovação. E os empresários capazes de agregar e motivar outros comerciantes na busca por melhorias e resultados para todas as empresas e entorno em que estão presentes serão homenageados na categoria liderança.

Na definição dessas categorias, a CDL/BH levou em consideração características essenciais para um bom comerciante. Pois sabemos que só quem tem perseverança consegue resistir aos mais diversos obstáculos. Somente quem lança mão da inovação vence desafios com criatividade. E apenas aquele empresário que exerce com liderança o seu ofício, é capaz de motivar outros comerciantes na busca por um comércio cada dia melhor e mais forte.

Bruno Falci
Presidente da CDL/BH

 

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