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Movimento de greve dos trabalhadores metroferroviários

Sugestão de Pauta

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), diante da paralisação dos metroferroviários, nesta sexta-feira, dia 14 de junho de 2019, lamenta os reflexos negativos na economia municipal, pois diminui o fluxo de consumidores, afetando o comércio e os serviços de nossa cidade. O movimento grevista também afeta o direito de ir e vir de comerciantes e lojistas, que são impedidos de exercer seu trabalho mesmo contra a sua vontade.

A alegada legitimidade do movimento, argumento de seus líderes, é uma questão jurídica. Mas, em nosso entendimento, qualquer razão que eles venham a ter se perde quando a liberdade da maioria da população é afetada.

A CDL/BH está buscando junto aos Poderes constituídos a preservação do percentual legal mínimo de atendimento do referido meio de transporte à população, de modo a garantir que os trabalhadores do comércio e consumidores não fiquem privados do legítimo direito de comparecer aos seus postos de trabalho, bem como de efetuar suas compras, comparecer a escolas, consultas médicas, e tantos outros compromissos diários.

Orientamos, pois, que cada situação de atraso ou falta de empregados, em decorrência desse movimento grevista, seja analisada de maneira específica, assegurando a correta aplicação da legislação trabalhista vigente. E, sendo necessário, que os lojistas adotem um critério de transporte de empregados para a manutenção da atividade comercial em funcionamento, considerando-se também, a atual crise econômica.

A CDL/BH apoia, acima de tudo, o pleno funcionamento do comércio, em defesa dos interesses dos seus associados.

Marcelo de Souza e Silva

Presidente