Notícias - 22 de fevereiro de 2016 Mercado sobe estimativa de inflação para 2016 e vê retração maior do PIB Apoio ao Comércio Piorou a expectativa para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. A mediana das estimativas para 2016 cedeu de queda de 3,33% para retração de 3,40%. A mediana para 2017 saiu de aumento de 0,59% para crescimento de 0,50%. Para a inflação, a mediana das previsões dos analistas teve uma pequena alta, de 7,61% para 7,62% neste ano, enquanto a de 2017 seguiu em 6%. A expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro aumentou de 0,91% para 0,95%. Quanto à Selic, o mercado continua a acreditar que uma queda virá apenas em 2017. Foi mantida a expectativa de que a taxa encerre 2016 no nível atual, 14,25%, percentual que deve diminuir a 12,63% até o fim do ano que vem. Antes, esperava-se uma queda a 12,75%. A Selic média do ano foi mantida em 14,25% em 2016, mas a de 2017 caiu um pouco, de 13% para 12,98%. Dados divulgados na semana passada mostraram que a atividade econômica se deteriorou ainda mais no fim de 2015, deixando uma “herança” negativa maior para este ano, o que pode atrasar o momento em que o país iniciará uma recuperação. Segundo números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo restrito caíram 4,3% em 2015 e o volume de serviços recuou 3,6%. O instituto já tinha informado na semana retrasada que a produção industrial diminuiu 8,3%. Todas foram baixas históricas. Para 2016, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) baixou sua estimativa de queda de 1,2% para retração de 4%. O Banco Fibra cortou sua projeção de queda de 3,1% para recuo de 4,5%. O próprio Banco Central já trabalha com recessão de 3%, segundo apuração do Valor. Antes, esperava um recuo de 1,9%. Na sexta-feira, ao anunciar o corte do orçamento para 2016, o governo estimou PIB de menos 2,9%, ante queda de 1,9% prevista antes. Segundo o Itaú, a economia só só chega ao fundo do poço no fim deste ano. Em janeiro, indicadores da Cielo, Mastercard e Serasa mostraram o consumidor ainda retraído no crédito e queda do varejo em janeiro. Ainda no Focus, a projeção para a produção industrial deste ano caiu de queda de 4,20% para recuo de 4,40%. A do próximo ano deve aumentar apenas 1%, de uma estimativa anterior de crescimento de 1,5%. Fonte: Valor Econômico – Editado Publicações similares Apoio ao Comércio 23 de julho de 2026 Comércio de Belo Horizonte entra otimista no segundo semestre Mercado de trabalho aquecido, aumento da renda das famílias, início da redução dos juros e calendário … Apoio ao Comércio 21 de julho de 2026 Para acertar no presente, filhos vão apostar em itens tradicionais no Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH com consumidores da capital mostra que roupas, calçados e cosméticos serão os principais … Apoio ao Comércio 14 de julho de 2026 Futuro do varejo físico e transformação digital são temas de debate na CDL/BH Evento gratuito abordará como lojistas e pequenos negócios locais podem aliar a tradição do atendimento à … Apoio ao Comércio 9 de julho de 2026 O fim do CNPJ numérico: CDL/BH promove evento gratuito para orientar pequenos negócios sobre transição digital obrigatória Evento será realizado no Horizonte, centro de soluções para o micro e pequeno empreendedor, nesta quinta-feira, …