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Valor médio dos presentes para as crianças gira em torno de R$ 120, um crescimento de 4,6% em relação ao ano anterior

Sugestão de Pauta

Pesquisa da CDL/BH com consumidores da capital mineira, revela que maioria deve ir às compras na semana que antecede a data. Preferência por lojas físicas e pagamento à vista são destaques

O Dia das Crianças promete ser movimentado tanto para o comércio quanto para a criançada. Uma pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) mostra que 92,5% dos consumidores da capital mineira que têm filhos ou que possuem convívio direto com crianças, irão presentear na data. Para isso, os entrevistados devem desembolsar, em média, R$ 118,48 por presente. Considerando que a expectativa é que cada pessoa compre dois itens, o valor despendido pode chegar a R$ 236,96. 

Em comparação com a data do último ano, os dados são positivos. Quanto à intenção de compra houve um crescimento de 12,12% e em relação ao tíquete médio, registrou-se um crescimento de 4,6%. A expectativa é que durante o mês de outubro, o comércio de Belo Horizonte seja impulsionado pela data e movimente R$ 2,37 bilhões. O montante equivale a um crescimento de 2,28% em comparação ao mesmo período de 2022, quando a data movimentou R$ 2,32 bilhões. 

Dos 7,5% dos entrevistados que disseram que não irão presentear na data, os motivos apresentados foram: orçamento apertado – seja por estar desempregado ou alto valor dos produtos  (46,7%), não tem o hábito de presentear (33,3%), irá adquirir em outra oportunidade produto de maior valor agregado (13,3%), as crianças estão em idade mais avançada e optam por passeios (6,7%). 

“As datas comemorativas deste ano tiveram bons resultados. E para o Dia das Crianças a expectativa também é positiva. Fatores como queda do desemprego e elevação da renda no segundo semestre justificam o crescimento de intenção de compras”, afirma o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva. 

Dentre os que presentearam alguma criança no ano passado e irão repetir a homenagem este ano, 55,2% não pretendem comprar o presente na mesma loja do ano anterior; 37% estão indecisos quanto à escolha do estabelecimento e 7,8% irão à mesma loja. 

Formas de pagamento 

O pagamento à vista será a escolha da maioria (75,1%). Já o parcelamento em cartão de crédito representa 24,9%, com uma média de quatro parcelas. Os entrevistados indicaram que pretendem utilizar as seguintes formas de pagamento: 

  • Dinheiro: 25,4%
  • À vista no cartão de crédito: 23,8%
  • Parcelado no cartão de crédito: 22,2%
  • Cartão de débito: 17,3%
  • PIX: 7,6%
  • Parcelado no carnê/crediário: 2,2%
  • À vista no cheque: 1,1%
  • Parcelado no cartão da própria loja: 0,5% 

Presentes com maior procura

Ao serem questionados sobre quais itens deverão comprar, os entrevistados disseram que irão às compras em busca de brinquedos (74,3%), roupas (40%), calçados (12,4%) e mochilas/malas (3,8%). As respostas foram de múltipla escolha. 

O valor médio dos três principais itens estão: 

  • Brinquedos: R$ 110,22
  • Roupas: R$ 102,36
  • Calçados: R$ 103,26

Churrasco e zoológico na programação

Além dos presentes, 53,5% dos belo-horizontinos pretendem fazer uma programação na data. Dentre as opções mais citadas estão churrasco em casa (40,5%); passeio no parque e/ou zoológico (29,1%); passeio pela cidade (12,7%;, ida a um bar ou restaurante (11,4%)~; cinema ou teatro (2,5%); viagem (2,5%) e festa infantil (1,3%). 

Compras de última hora

A maioria dos consumidores (71,9%) afirma que irá comprar os presentes na semana do Dia das Crianças. Já 21,1% dizem que irão comprar com, pelo menos, 15 dias de antecedência. Dos entrevistados, 3,8% afirmaram que já compraram.

Com a maior parte realizando as compras de última hora, a tendência é que as lojas de rua fiquem bastante movimentadas, já que elas serão a escolha da maioria (50,3%). Internet (30,3%) e shopping center (14,6%) também estão na lista de opções. Também foram citados: pequenos comércios (1,6%); Feira Hippie (1,6%); comércio de serviço essencial como supermercados (0,5%) e shopping popular (0,5%). Já 0,5% não souberam responder. 

Influência para a compra

A pesquisa perguntou quais são os principais fatores que influenciam na hora da compra. Os pontos citados foram: 

  • Preço: 20%
  • Agilidade no atendimento: 15,1%
  • Educação e cortesia dos atendentes: 12,4% 
  • Confiabilidade do site: 10,8%
  • Qualidade ou marca do produto: 9,7%
  • Comodidade: 7%
  • Frete grátis: 6,5%
  • Credibilidade da loja: 6,5%

Em contrapartida, as questões que dificultam uma compra são: 

  • Preço alto: 63,5%
  • Atendimento ruim: 54%
  • Lojas cheias: 42%
  • Baixa qualidade dos produtos: 21%
  • Pouca variedade de produtos: 19,5%
  • Dificuldade para estacionar: 16,5%
  • Poucas formas de pagamento: 8%
  • Pouca flexibilidade na negociação: 6%
  • Filas nos caixas: 2%
  • Frete pago: 2%

Falta de promoções, lojas com produtos empoeirados, site desconhecido e lento, vendedor insistente e produto sem preço também foram citados, com 0.5% cada. As perguntas foram de múltipla escolha. 

Metodologia da pesquisa

A CDL/BH ouviu 200 consumidores da capital mineira entre os dias 26 de agosto e 3 de setembro. Supondo a aleatoriedade da amostra, obtém-se um intervalo de confiança de 95% e erro amostral de 6,9%.

Confira abaixo áudios do presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva: