Notícias - 14 de março de 2016 Como não deixar que a inflação atrapalhe o seu negócio Apoio ao Comércio O assunto inflação tem ganhado grande notoriedade na imprensa, em círculos empresariais e na sociedade por conta da retomada de crescimento inflacionário no país. Apesar de ser uma figura invisível nas demonstrações financeiras, não podemos deixar de considerar os seus efeitos no desempenho empresarial. O crescimento excessivo é um fenômeno econômico que, ao longo do tempo, influencia as operações existentes, principalmente as que são de longo prazo. As pequenas empresas precisam estar atentas na fase de aumento de inflação, pois esse é um jogo de equilíbrio de forças positivas e negativas do negócio. Para competir, o gestor tem dois caminhos: o de fazer maior volume e ter margens menores equivalentes aos que seus concorrentes oferecem; ou então proporcionar um produto ou serviço que conceda algum benefício único para criar uma chance dessa organização crescer por meio do diferencial oferecido aos consumidores. Durante a alta, os produtos ou serviços tendem a ficarem mais caros por conta do repasse de aumento, caso contrário, as empresas não manteriam suas margens e, consequentemente, haveria a redução do resultado operacional. Como a inflação afeta todos os setores, o poder de compra em geral é diminuído e reflete diretamente no consumo, em especial, em bens e serviços menos essenciais. Uma das soluções para o pequeno empreendedor é aumentar a base de fornecedores, para melhorar suas possibilidades de negociação dos preços de compra e, por consequência, evitar o aumento no valor do seu produto junto ao consumidor, além da tradicional redução de custos. Se a empresa estiver muito bem de caixa, ela poderá manter um volume maior para seus principais itens de linha e negociar junto aos fornecedores. Caso contrário, se estiver apenas em equilíbrio financeiro, ela deverá ter seu estoque reduzido e com produtos que tenham um rápido giro, pois os altos níveis de estoque não são benéficos. Na prática, se não girar rapidamente, a empresa estará estocando despesas (com custos de fabricação, manutenção, armazenamento e distribuição dos mesmos) e na hora da recomposição dos seus níveis de estoque, pagará mais caro por eles, inclusive pelo efeito inflacionário. Fonte: Henry Kupty – Exame – PME – Editado Publicações similares Apoio ao Comércio 23 de abril de 2026 Semana do MEI oferece mais de 60 capacitações gratuitas em Belo Horizonte A programação será de 11 a 14 de maio e inclui oficinas, palestras e consultorias para … Apoio ao Comércio 22 de abril de 2026 Dia das Mães: consumidor deve gastar mais este ano Pesquisa da CDL/BH mostra que investimento em presentes será de quase R$ 480. Lojas físicas serão … Apoio ao Comércio 25 de março de 2026 Mais de 80% dos lojistas dos segmentos de bombonieres e peixarias de BH estão otimistas com as vendas para a Páscoa A expectativa dos empresários é que 66,83% dos consumidores mantenham ou aumentem o consumo em relação … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Inadimplência dos consumidores de BH no mês de fevereiro fica abaixo da média nacional Apesar do crescimento de 6,02% em fevereiro, capital mineira apresenta desempenho mais favorável que o país …