Notícias - 1 de agosto de 2018 Inclusão social nas empresas Apoio ao Comércio Em tempos de muita competitividade e consciência do novo consumidor, toda e qualquer iniciativa que agregue para que a empresa tenha um diferencial é bem vinda. Mas muitas empresas ainda não trabalham, ou trabalham superficialmente temas atuais e importantes como a questão da inclusão social. Como primeiro passo, deve-se perguntar à companhia sobre as práticas diárias, lembrando que, nos dias atuais, não basta apenas “falar”, a empresa tem que “ser”. Essa forma de pensar é resultado do pensamento da geração mais nova, que quer pertencer a uma tribo, mas, busca, ao mesmo tempo, que a sua individualidade seja respeitada, convergindo com a inclusão social. E como podemos aplicar a tecnologia como ferramenta de inclusão social? Na Apple, um dos jargões da empresa é a frase “Technology for everyone should be made by everyone” ou “ Tecnologia para todos deve ser feita por todos”. Nesse cenário, a Apple é uma das companhias que, verdadeiramente, tem se empenhado em realizar uma história bem completa sobre o assunto. No website, a página dedicada à diversidade e inclusão social possui gráficos de evolução anual do número de mulheres na companhia e em cargos de diretoria, contratações por etnia, salários iguais para homens e mulheres, depoimentos e histórias de seus empregados. Impressionante é o depoimento do funcionário, completamente cego, que é o primeiro a checar a usabilidade de qualquer novo acessório. Para se ter uma ideia de como a Apple trata a questão de pessoas com deficiência física, existe o VoiceOver, assistente virtual da Apple que conta com um leitor de tela, e, com apenas alguns toques, consegue-se ouvir tudo o que está na tela do celular, como postagens nas redes sociais, notícias veiculadas em sites e blogs ou e-mails e mensagens enviadas via WhatsApp. No mercado de luxo, a Gucci transformou o conceito de luxo de exclusividade. A marca considera o foco na exclusividade autolimitante e vem se destacando por fazer da inclusão o novo luxo. A estratégia tem gerado um crescimento entre 40% e 50% no período de um ano e meio. O direcionamento está sendo aplicado em várias frentes. Exemplos disso são as campanhas realizadas apenas com modelos negros, a arquitetura de novas lojas com foco em diminuir a distância entre produto e consumidor, com maior “touch and feel” (tocar e sentir). Também é possível notar esta nova mentalidade na disponibilidade de linhas de produtos: a Gucci abraça a todos os públicos. Encontra-se desde as clássicas bolsas com monograma que atendem a um público mais conservador, como bolsas da linha “Guccy”, que atendem às mais fashionistas. Enfim, mudanças significativas como estas levam tempo, mas, o importante é que as empresas deem o primeiro passo. Fonte: Mercadoeconsumo– Editada Publicações similares Apoio ao Comércio 29 de julho de 2026 Lojistas estimam crescimento de até 20% em vendas para o Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH mostra expectativa positiva para a data, com investimento em estoques, promoções e estratégias … Apoio ao Comércio 23 de julho de 2026 Comércio de Belo Horizonte entra otimista no segundo semestre Mercado de trabalho aquecido, aumento da renda das famílias, início da redução dos juros e calendário … Apoio ao Comércio 21 de julho de 2026 Para acertar no presente, filhos vão apostar em itens tradicionais no Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH com consumidores da capital mostra que roupas, calçados e cosméticos serão os principais … Apoio ao Comércio 14 de julho de 2026 Futuro do varejo físico e transformação digital são temas de debate na CDL/BH Evento gratuito abordará como lojistas e pequenos negócios locais podem aliar a tradição do atendimento à …