Notícias - 17 de dezembro de 2014 Mercado reduz previsão de alta do PIB em 2014 e 2015 Apoio ao Comércio Segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano teve a quarta queda seguida – a nova previsão é de alta de 0,16%, ante 0,18% estimados na semana anterior. Para 2015, os economistas esperam crescimento de 0,69%. Foi a terceira redução seguida na expectativa, que era de alta de 0,73% na semana anterior. No fim de outubro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira saiu por pouco da recessão técnica no terceiro trimestre de 2014 – quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,1% na comparação com o trimestre anterior. De janeiro a setembro, a economia teve expansão de 0,2% frente ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado em quatro trimestres até setembro, a alta foi de 0,7%. Câmbio Os economistas elevaram, por sua vez, a previsão para a taxa de câmbio do país. Nesta edição do relatório Focus, a projeção para a cotação do dólar ao final deste ano foi elevada de R$ 2,55 para R$ 2,60. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 2,70 para R$ 2,72 por dólar. Inflação Em relação à inflação, a estimativa dos economistas não foi alterada para nenhum dos dois anos. Para 2014, a previsão foi mantida em 6,38%, e para 2015, em 6,5% – no teto da meta de inflação do governo. Em doze meses até novembro, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA, considerada a inflação oficial do país, ficou em 6,56% – valor que ainda está acima do teto de 6,5%. A meta, porém, vale somente para anos fechados. Taxa de juros Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que avançou para 11,75% ao ano este mês, a expectativa do mercado para o fechamento de 2015 foi mantida em 12,5% ao ano. A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Em 2014, 2015 e 2016, a meta central é de 4,5% e o teto é de 6,5%. Balança comercial e investimentos estrangeiros Houve piora também na projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 – os economistas, que previam saldo zero, agora esperam um déficit de US$ 1,6 bilhão. Para 2015, a previsão de superávit comercial foi reduzida de US$ 6,31 bilhões para US$ 5 bilhões Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte subiu para US$ 58,2 bilhões. Publicações similares Apoio ao Comércio 9 de fevereiro de 2026 Economia e Segurança: Carnaval de BH tem apoio do comércio para ser uma festa lucrativa e segura Pelo terceiro ano consecutivo, CDL/BH é patrocinadora do Carnaval e une esforços com as forças de … Apoio ao Comércio 9 de fevereiro de 2026 Carnaval de BH: foliões irão investir entre R$ 100 e R$ 150 em fantasias e adereços, aponta CDL/BH Pagamento à vista será prioridade durante a folia e transporte por aplicativo será o principal meio de … Apoio ao Comércio 28 de janeiro de 2026 CDL/BH esclarece sobre funcionamento do comércio na capital mineira durante o Carnaval As lojas podem abrir no sábado e domingo, dias 14 e 15. Segunda e terça-feira não … Apoio ao Comércio 15 de janeiro de 2026 NRF 2026 aponta Inteligência Artificial como ferramenta essencial para comércio e serviços A popularização e o uso prático da Inteligência Artificial (IA), em especial pelo setor de comércio …