Notícias - 15 de fevereiro de 2017 Minha Casa. Minha Vida! Apoio ao Comércio As novas medidas do Programa Minha Casa Minha Vida, anunciadas nesta segunda-feira (6), vão combater o déficit habitacional e impactar diretamente a economia do País. Em entrevista ao Portal Planalto, o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, ressaltou que a contratação de 610 mil novas moradias para 2017 vai movimentar toda a cadeia da construção civil e gerar empregos. “Não existe crescimento econômico no Brasil sem o crescimento da indústria da construção civil. O setor da construção representa 8% do PIB e é o que mais emprega. Vai ter um impacto muito grande na economia, no desenvolvimento social e evidentemente no emprego”, afirmou Menin. “Esse é um pilar mesmo importante para o País voltar a crescer sustentavelmente, voltar a empregar, criar desenvolvimento social, e a casa própria é desenvolvimento social”, completou. O potencial do setor para o reaquecimento da economia também é destacado pela vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Betinha Nascimento. “Hoje o setor que mais agiliza na resposta imediata é a construção civil. Começa na areia, no cimento, na brita. É a cadeia dos 'mil itens'. É um segmento que movimenta todo o mercado”, afirmou. Betinha também ressalta que com a contratação das novas unidades habitacionais, a necessidade de novos trabalhadores é imediata. “Além dos trabalhadores que o setor emprega, ainda tem a geração de empregos indiretos.” Além das novas moradias do programa, houve um reajuste no perfil de renda das famílias beneficiadas pelo Minha Casa Minha Vida, passando de R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 na Faixa 1,5; de R$ 3.600 para R$ 4.000,00 na Faixa 2; e de R$ 6.500,00 para até R$ 9 mil na Faixa 3. O valor do teto dos imóveis nas operações do FGTS também aumenta, podendo chegar até R$ 240 mil, dependendo da região do País. Para a definição das novas faixas de renda e valor dos imóveis, o governo discutiu ativamente com os representantes do setor, sanando assim os entraves para as contratações que havia no programa habitacional. “O projeto final foi muito discutido, muito bem pensado, é a solução adequada ao nosso momento. A gente trabalhou muitos gargalos para poder desatar os nós. Então, tudo isso foi discutido e importante, a solução é sustentável”, afirmou Rubens Menin. Fonte: Portal Planalto Publicações similares Apoio ao Comércio 9 de junho de 2026 Vendas para o Dia dos Namorados devem ganhar força nesta semana em Belo Horizonte Pesquisa da CDL/BH apontou que seis em cada dez consumidores irão comprar o presente nos próximos … Apoio ao Comércio 5 de junho de 2026 Dia dos Namorados deve movimentar comércio de BH com gasto médio de R$ 264 por presente Valor previsto pelos consumidores é 42% maior que em 2025; roupas, cosméticos e calçados lideram a … Apoio ao Comércio 2 de junho de 2026 CDL/BH esclarece sobre funcionamento do comércio na capital mineira no feriado de Corpus Christi, 4 de junho A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) informa que o comércio da capital mineira … Apoio ao Comércio 1 de junho de 2026 Copa do Mundo deve movimentar consumo de alimentos, bebidas e itens temáticos em BH Pesquisa da CDL/BH mostra que mais da metade dos consumidores pretende acompanhar os jogos. Comércio aposta …