Notícias - 30 de outubro de 2018 O mercado nunca mais será o mesmo Apoio ao Comércio Você imaginaria que seria possível vender no varejo no Brasil mais de R$ 1,5 bilhão por ano sem nenhuma loja, centro de distribuição ou funcionário? Pois, o Alibaba já consegue isso vendendo diretamente a partir da China. E estamos presenciando uma desfronteirização de negócios numa dimensão jamais vista antes. Importante lembrar que apenas em torno de 80 empresas, nacionais e internacionais, vendem no varejo brasileiro valor superior a R$ 1,5 bilhão por ano. Eles vendem em todo o país produtos eletrônicos (sem rede de assistência técnica), acessórios de moda, vestuário e produtos esportivos, além de diversos itens mais. E tudo começa a partir das mudanças que hoje acontecem na China. O que tem se desenhado a partir da realidade de negócios por lá está muito longe de uma evolução disruptiva. É necessário criar um novo termo para sua correta descrição. Talvez seja uma omnirevolução de mercado. Essa omnirevolução tem como epicentro o empoderamento digital de uma população de 1,4 bilhão de pessoas e o surgimento dos Ecossistemas de Negócios, causa e consequência dessas mudanças. Mas a melhor constatação é a velocidade, a dimensão e a valorização dos conglomerados que se posicionam como Ecossistemas de Negócios e que estão constante e decisivamente mudando o mercado como hoje o conhecemos. O próprio Alibaba é uma empresa que iniciou suas operações de e-commerce há apenas 19 anos e tem valor de mercado de US$ 410 bilhões. Para efeito de comparação o Walmart, ainda o maior varejista do mundo, criado há 56 anos, tem perto de 12 mil lojas e 2,3 milhões de funcionários no mundo e tem valor de mercado nesta semana de US$ 284 bilhões. Mas tem mais. A Tencent, que iniciou há apenas 20 anos seu ecossistema de negócios a partir da rede We Chat de comunicação digital, multiplicou vertiginosamente seus negócios, sendo líder global em jogos eletrônicos e tem hoje valor de mercado de US$ 334 bilhões, 30% superior ao do maior varejista do mundo. Como informação, a Tecent no início de outubro, comprou uma participação de 5% no banco digital brasileiro Nubank por US$ 90 milhões. Percebem no que o mercado está apostando? Mas pode ter mais exemplos.Nessa lista de estrelas dos Ecossistemas de Negócios caberiam ainda várias outros nomes como Baidu, Xiaomi e muitas mais, todas com 20 anos ou menos de existência e resultado do crescimento incrível da economia chinesa e sua expansão local e internacional. E a multiplicação de seus negócios, interconectados e apoiados no conhecimento dos consumidores, que se assemelham às plataformas de negócios do mundo ocidental, dos quais os expoentes são Amazon, Apple, Facebook e Google. Com a diferença que os modelos de Ecossistemas de Negócios criam uma interconexão mais ambiciosa e com muito maior velocidade, espalhando negócios, soluções e empresas num ritmo impressionante. Muito tem sido dito e reportado sobre as mudanças que acontecem na China e muita atenção tem sido dada às transformações nas lojas, nos meios de pagamento, nos canais de distribuição e logística, nas redes sociais e no empoderamento digital do consumidor chinês, mas muito mais precisa ser entendido sobre as organizações empresariais e seu impacto na própria China e no mercado internacional. Fonte: Mercado&Consumo. Publicações similares Apoio ao Comércio 26 de junho de 2026 Funcionamento do Comércio no dia 29 de junho, dia de jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 A CDL/BH informa que os dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de … Apoio ao Comércio 24 de junho de 2026 Comerciantes terão linha de crédito exclusiva com taxas reduzidas no BDMG em parceria inédita com a CDL/BH Micro e pequenos empresários poderão acessar financiamento com condições especiais e até um ano para começar a … Apoio ao Comércio 9 de junho de 2026 Vendas para o Dia dos Namorados devem ganhar força nesta semana em Belo Horizonte Pesquisa da CDL/BH apontou que seis em cada dez consumidores irão comprar o presente nos próximos … Apoio ao Comércio 5 de junho de 2026 Dia dos Namorados deve movimentar comércio de BH com gasto médio de R$ 264 por presente Valor previsto pelos consumidores é 42% maior que em 2025; roupas, cosméticos e calçados lideram a …