Notícias - 25 de agosto de 2022 CDL/BH solicita ao MPT, Ministério do trabalho e Sindicato dos Metroferroviários de MG a manutenção da escala mínima das viagens do metrô Apoio ao Comércio Entidade teme que, mais uma vez, comércio e população sejam afetados, aumentando os prejuízos à comunidade A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) enviou ao ao Ministério Público do Trabalho, ao Ministério do Trabalho e ao Sindicato dos Metroferroviários de Minas Gerais ofícios solicitando a manutenção de escala mínima do funcionamento do metrô da capital mineira. O serviço do transporte coletivo foi paralisado na manhã desta quinta-feira, 25, e já prejudica cerca de 100 mil usuários. “Entendemos que o direito à paralisação é legítimo, contudo nos preocupamos com a sociedade que possui necessidades que dependem do transporte coletivo para serem solucionadas. Na paralisação das atividades do metrô no período compreendido entre 21 de março e 2 de maio deste ano, a população foi afetada de forma significativa, sendo este um motivo de preocupação para toda a cidade”, destacou o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, nos documentos enviados às instituições. Como Entidade representativa da classe empresarial lojista, a CDL/BH busca garantir o perfeito funcionamento e manutenção do comércio, e para isso, a mobilidade urbana se apresenta como fator essencial, pois influi no fluxo de pessoas em circulação e na economia local. “As recentes paralisações reduziram substancialmente a atividade econômica em Belo Horizonte, o que aponta para cuidados especiais para a manutenção do comércio que, além de ser a vocação de nossa cidade, é grande fonte empregadora”, reforça Souza e Silva. Nos ofícios enviados, a CDL/BH destaca ainda que, apesar da greve ser um direito constitucionalmente previsto, a Lei de Greve (Lei 7.783/89) prevê em seu artigo 11 a manutenção dos serviços essenciais para o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, como o transporte coletivo. “Solicitamos respeitosamente que seja reavaliada a greve ou que, ao menos, seja cumprida a oferta mínima dos serviços, conforme prevê a lei. O comércio e a população não podem ser reféns de problemas que não competem a eles”, defende o presidente da CDL/BH. Foto: CBTU/Divulgação Publicações similares Apoio ao Comércio 29 de julho de 2026 Lojistas estimam crescimento de até 20% em vendas para o Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH mostra expectativa positiva para a data, com investimento em estoques, promoções e estratégias … Apoio ao Comércio 23 de julho de 2026 Comércio de Belo Horizonte entra otimista no segundo semestre Mercado de trabalho aquecido, aumento da renda das famílias, início da redução dos juros e calendário … Apoio ao Comércio 21 de julho de 2026 Para acertar no presente, filhos vão apostar em itens tradicionais no Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH com consumidores da capital mostra que roupas, calçados e cosméticos serão os principais … Apoio ao Comércio 14 de julho de 2026 Futuro do varejo físico e transformação digital são temas de debate na CDL/BH Evento gratuito abordará como lojistas e pequenos negócios locais podem aliar a tradição do atendimento à …