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6 passos para resolver logo as dívidas acumuladas da sua empresa

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Todas as vezes que uma empresa tem um faturamento acima da média, se faz necessário analisar o pagamento de títulos atrasados para não sofrer prejuízos com os aumentos das taxas de juros e, logo, aumentar a obrigação a ser paga. Isso é o que acontece no final do ano em muitas empresas: aumentaram as entradas no caixa e, logo, a necessidade de sanar o excedente da conta no vermelho.


Dinheiro sem gerenciamento não gera lucro. Gastar sem foco, mais ainda. Sonhar sem realizar não está no escopo da gestão de negócios, a qual se pauta sempre nas obrigações pagas para não gerar passivos. Na realidade, quanto mais endividada é a empresa, menos existe a possibilidade de desenvolvimento e aumento da lucratividade.


O ideal é manter o equilíbrio entre as entradas no caixa e o pagamentos das despesas. Dívidas são obrigações que uma pessoa/empresa tem de pagar ou reembolsar para outro sujeito/companhia. Portanto, o equilíbrio citado é o caminho para satisfazer as tais obrigações.


Assim, o objetivo de uma gestão financeira de excelência é não deixar que as obrigações se tornem passivos e que o caixa da empresa trabalhe para pagar o excedente (juros), não o valor real provisionado da dívida. É esse excedente que causa o endividamento, resultado de uma “bola de neve” de juros, multa e correção monetária.


Caso sua empresa tenha deixado de pagar ou adquiriu dívidas no ano passado, a sequência de atitudes para saná-las são:


1 — Avaliar a capacidade real em honrar seus compromissos a curto prazo, verificando sempre a liquidez da empresa;


2 — Focar no controle do faturamento, para garantir a capacidade acima citada e, por consequência, a sustentabilidade do negócio;


3 — Captar novos clientes para aumentar o faturamento, lembrando que você tem um excedente a ser pago;


4 — Fidelizar os clientes e fazer ações para que eles aumentem suas compras ou voltem a comprar;


5 — Reduzir ou adequar os estoques, para manter somente aquilo que for vendido ou previsto para a venda.


6 — Renegocie as dívidas, aumentando os prazos com os fornecedores para garantir os pagamentos e “estancar a sangria” de multas, juros e correção monetária.


Enfim, caro empreendedor, todas as decisões devem ser muito bem avaliadas, principalmente em momentos de incertezas econômicas e necessitamos de reservas para eventuais emergências.


Fonte: Arnaldo Vhieira é coordenador do Curso de Gestão Financeira do Complexo Educacional FMU.  Exame – Editado


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