Notícias - 9 de novembro de 2015 O peso do “mínimo” Apoio ao Comércio É evidente que nenhuma família vive só de cesta básica. Apesar de conter alimentos importantes, como arroz, leite, feijão, carne, tomate e pão, ela representa apenas uma fatia dos gastos ao longo de um mês. Mas, ainda assim, a cesta básica é um importante indicador, ao medir se o poder de compra do salário mínimo consegue garantir o mínimo de sustento para uma família no período. A conta, contudo, nem sempre fecha e são as famílias da baixa renda que sentem mais. Segundo pesquisa feita em 18 capitais pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o trabalhador que recebe salário mínimo comprometeu, em outubro deste ano, 45,75% dos seus vencimentos para comprar os produtos da cesta. Em 12 meses, entre novembro de 2014 e outubro de 2015, as cidades pesquisadas acumularam alta no preço da cesta, variando de 6,02% a 21,50%. A capital com maior custo foi São Paulo, onde a cesta saiu em média por R$ 382,13, uma centena de reais a mais que em Aracaju (R$ 282,87 ). Levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou o valor do salário mínimo necessário. Em outubro de 2015, o salário mínimo para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.210,28, ou 4,07 vezes o mínimo de R$ 788,00. Fonte: EXAME – Economia Publicações similares Apoio ao Comércio 17 de agosto de 2026 O que o setor de comércio e serviços espera do futuro governador de Minas Gerais? CDL/BH apresenta propostas para as eleições de 2026 e entrega a Mateus Simões documento com demandas … Apoio ao Comércio 11 de agosto de 2026 Funcionamento do comércio no feriado 15 de agosto – Assunção de Nossa Senhora A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) informa que o comércio da capital mineira … Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Salário na conta e compras de última hora aquecem o comércio da capital no Dia dos Pais Tíquete médio cresce 15,6% e mais da metade dos lojistas esperam aumento nas vendas em relação … Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Selic em queda: CDL/BH prevê crédito mais barato e otimismo no varejo Redução dos juros fortalece a confiança de empresários e consumidores para as vendas do segundo semestre …