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2018: mais revolução e menos evolução

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O que significa um ano ser bom? Ter progresso econômico? Aumentar o faturamento? Reduzir um pouco os gastos? Não ter desastre natural? Não ter atentado terrorista? Ter muitos avanços tecnológicos? Tudo isso junto? Na Era de Transformações Exponenciais, um bom ano pode significar um ano de crise ou ainda um ano de caos. Nossos ancestrais nunca entenderiam isso e nós também ainda temos dificuldades. Nossos cérebros locais e lineares são cegos para as possibilidades e oportunidades que as tecnologias poderão oferecer ainda que seja em meio ao turbilhão.


 


Durante muitos séculos, nossos ancestrais viram evolução. Lenta.Controlada. Previsível. Eles tinham uma realidade local e linear. Local, porque tudo que importava para a sua vida costumava acontecer à distância de um dia de caminhada. Se algo ocorresse do outro lado do planeta, o ser humano não ficaria sabendo e também nem precisava. Linear, porque durante a vida de um adulto muito pouco mudava. A vida dos filhos era muito semelhante à vida dos pais. Mesma profissão. Mesma roupa. Mesma comida. Por conseqüência, desenvolvemos uma visão de mundo baseada nesses dias: improvisando, reagindo no momento em que era necessário e solucionando problemas apenas no instante presente. 


 


Aí está a dificuldade de absorver certas previsões futuristas. Embora a tecnologia evolua de forma exponencial, nosso pensamento intuitivo é linear. Buscamos somente a evolução do século passado projetando mudanças para os próximos anos baseados em linearidade. Até o jargão “pensar fora da caixa” vai por água abaixo, já que usamos como referência a própria caixa. Os próximos 10 anos não serão 10 anos de evolução e progresso, mas 50 anos de revolução no atual ritmo da tecnologia. É até difícil de imaginar, mas precisamos parar de querer evoluir e buscar revolução.


 


Esse é o poder surpreendente e sem intuição do crescimento exponencial. Deixamos de observar tendências exponenciais, afinal o seu ritmo inicial é lento e estável. Difícil diferenciá-lo do crescimento linear. Ele está disfarçado e passa quase despercebido. É confundido com o lento progresso do crescimento linear. Quando tudo parece bem, rola a 


explosão. É assim que vai ser daqui para frente. Você não vai ver faturamentos caindo ou subindo pouco a pouco, você vai ver quedas drásticas. Subidas íngremes. Resumindo: é fácil subestimar o poder dos exponenciais.


 


Talvez um bom começo seja essas 4 resoluções para esse novo ano:


1. Não usar mais a máxima: “não vou estar vivo para ver”.


 


2. Começar a ser mais tolerante à incerteza.


 


3. Se livrar do pensamento linear.


 


4. Exercitar o pensamento exponencialmente.


 


Fonte: Época Negócios – Artigo: Camila Achutti é CTO e fundadora do Mastertech e professora do Insper.


 

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