Notícias - 25 de novembro de 2020 32% dos pequenos negócios se sentem despreparados para o Pix, diz pesquisa Apoio ao Comércio Enviar e receber dinheiro a qualquer hora do dia e em todos os dias do ano. É com essa proposta que chega o novo serviço brasileiro de pagamentos instantâneo, o Pix. O serviço começa a funcionar nesta segunda-feira, 16, e, como é obrigatoriamente gratuito entre pessoas, já nasce com a promessa de substituir os tradicionais TED e DOC como ferramenta de transferência bancária. Apesar da revolução prometida entre os pagamentos interpessoais, o pote de ouro do Pix está nas possibilidades de uso pelas empresas — reduzindo o custo com boletos e maquininhas. Mas mesmo com as vantagens, nem todos os empreendedores brasileiros estão preparados para a novidade. Pesquisa da Stone revela que 32% dos pequenos lojistas não estudaram o Pix e se sentem despreparados. Outros 77% disseram que não sabem se estão prontos para receber ou realizar pagamentos a partir desta segunda. O estudo foi feito entre os dias 4 e 6 de novembro, com a participação de 1.065 mil lojistas, de todas as regiões brasileiras, sendo 34% do varejo, 23% do setor de alimentação, 10% do comércio de roupas e acessórios, 7% em serviços de saúde e 16% de outros. De acordo com a pesquisa, os empreendedores têm dúvidas sobre como usar o Pix, quais são seus custos e taxas, além de temer pela segurança e confiabilidade do novo meio de pagamento. Para Breno Maximiano, head de banking da Stone, essas dificuldades serão superadas conforme os consumidores forem adotando o Pix e o método ganhar popularidade. Como pagar ou receber um PixUm usuário precisa de um smartphone ou computador para realizar operações com o Pix. Em agênias, caixas eletrônicos ou lotéricas, a depender da instituição financeira, também será possível realizar o Pix presencialmente. Para transferir dinheiro pelo método, basta ler o QR Code, informar a chave do recebedor ou digitar os dados da conta manualmente. Na outra ponta, para receber um Pix, será preciso gerar um código no aplicativo do seu banco ou informar ao pagador sua chave do Pix. As empresas terão uma função a mais, o Pix Cobrança. No serviço, a empresa emite um QR Code para pagamento imediato ou para cobranças com vencimento em data futura. Nessa modalidade, semelhante ao boleto, será possível definir valor, juros, multa e descontos. Apesar de ser gratuito para pessoas físicas e microempreendedores individuais, o Pix é cobrado para empresas pelas instituições financeiras. Veja aqui mais informações sobre o novo serviço. Fonte:Exame. Publicações similares Apoio ao Comércio 23 de abril de 2026 Semana do MEI oferece mais de 60 capacitações gratuitas em Belo Horizonte A programação será de 11 a 14 de maio e inclui oficinas, palestras e consultorias para … Apoio ao Comércio 22 de abril de 2026 Dia das Mães: consumidor deve gastar mais este ano Pesquisa da CDL/BH mostra que investimento em presentes será de quase R$ 480. Lojas físicas serão … Apoio ao Comércio 25 de março de 2026 Mais de 80% dos lojistas dos segmentos de bombonieres e peixarias de BH estão otimistas com as vendas para a Páscoa A expectativa dos empresários é que 66,83% dos consumidores mantenham ou aumentem o consumo em relação … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Inadimplência dos consumidores de BH no mês de fevereiro fica abaixo da média nacional Apesar do crescimento de 6,02% em fevereiro, capital mineira apresenta desempenho mais favorável que o país …