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Casa do empreendedor, na região do Barreiro, vai promover capacitação gratuita

Apoio ao Comércio

Localizado no Via Shopping, espaço terá consultorias, oficinas e apoio aos empreendedores

Foi inaugurada hoje, 23, a Casa do Empreendedor. Localizado no Via Shopping, o espaço será um polo de apoio ao empreendedor local para a geração de conhecimento e de oportunidades, fomentando o desenvolvimento econômico e a empregabilidade na região. O equipamento também será aberto aos empresários de outras regiões da cidade que desejem buscar aprimoramento profissional. 

A Casa do Empreendedor é derivada do projeto Café Empresarial, iniciativa da WSC Contabilidade que começou em 2015 e tinha como foco promover conteúdo de aprendizado prático para os empresários do Barreiro. Durante seis edições, cerca de cem empresários foram capacitados pelo programa. 

Com o apoio e o patrocínio do Programa SOU MEI, da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), do Sebrae Minas, do Centro Universitário UNA, do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), da WSC Contabilidade e do Grupo LGN, acionista do Via Shopping, o projeto se consolidou como um espaço permanente, que conta com duas salas de capacitação para 45 pessoas cada.

A Casa do Empreendedor possui duas salas para oficinas e palestras

“Os micro e pequenos negócios são a grande força da economia nacional e um dos principais geradores de emprego e renda no país. Em Belo Horizonte e Região Metropolitana são mais de meio milhão de microempreendedores em atividade. Oferecer apoio e capacitação a esses profissionais é essencial para um desenvolvimento sustentável da nossa economia”, avalia o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva. 

Para o superintendente do CIEE, Kleber de Castro, o espaço dará aos jovens perspectivas de carreira empreendedora. “A Casa do Empreendedor dará suporte não apenas aos que já empreendem, mas também fará com que aprendizes, estagiários e demais jovens possam planejar uma trajetória profissional”, destaca.  

De acordo com a pesquisa Sobrevivência de Empresas (2020), realizada com base em dados da Receita Federal e com levantamento de campo, a taxa de mortalidade das micro empresas é de 29% nos dois primeiros anos. “Identificamos que a dificuldade de sobrevida das empresas está atrelada ao desconhecimento em gestão. Muitas vezes um empreendedor tem conhecimento prático em uma área, mas falta preparo em temas essenciais como precificação, controle financeiro, gestão de estoque e gestão de pessoas, por exemplo, e isso faz com que o negócio não perdure”, afirma o CEO da WSC Contabilidade, Rodrigo Cézar Marques. 

Os representantes das empresas mantenedoras da Casa do Empreendedor: CDL/BH, UNA, CIEE, ViaShopping e WSC Contabilidade

Falta de capacitação reduz tempo de vida de negócios

De acordo com a pesquisa Sobrevivência de Empresas (2020), realizada com base em dados da Receita Federal e com levantamento de campo, a taxa de mortalidade das micro empresas é de 29% nos dois primeiros anos. “Identificamos que a dificuldade de sobrevida das empresas está atrelada ao desconhecimento em gestão. Muitas vezes um empreendedor tem conhecimento prático em uma área, mas falta preparo em temas essenciais como precificação, controle financeiro, gestão de estoque e gestão de pessoas, por exemplo, e isso faz com que o negócio não perdure”, afirma o CEO da WSC Contabilidade, Rodrigo Cézar Marques. 

O recente Atlas dos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae revelou que dentre as 20 atividades com maior número de Microempreendedores Individuais, 12 são de Serviços, cinco de Comércio e três da Construção Civil. Já entre as micro e pequenas empresas, das 20 atividades com maior concentração de negócios desse porte, 10 estão em Serviço, nove em Comércio e uma na Construção Civil.

O Atlas dos Pequenos Negócios mostra ainda que em 2021 haviam 11,2 milhões de microempreendedores individuais (recorde histórico) e 7,2 milhões de microempresas e empresas de pequeno porte. Ainda segundo o levantamento, em 2021 foram abertos 3,1 milhões de novos MEI que responderam por quase 80% de todas as empresas criadas no ano passado. 

“Acelerar e capacitar o empreendedorismo é um dos principais caminhos para a recuperação econômica. O Brasil cada vez mais se consolida como um país empreendedor, mas para que esse movimento seja sustentável e saudável, é imprescindível estimular o aprimoramento da gestão”, finaliza Souza e Silva.

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