Notícias - 12 de janeiro de 2022 CONFIRA AS MEDIDAS DO GOVERNO PARA REGULARIZAÇÃO DE DÉBITOS NO SIMPLES Apoio ao Comércio Nesta terça-feira, 11, foi publicado no Diário Oficial da União a Portaria PGFN/ME nº 214/2022, que institui o Programa de Regularização Fiscal de débitos do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) inscritos em dívida ativa da União. A regularização dos débitos inscritos em dívida ativa tomará como base o grau de recuperabilidade dos mesmos, que será mensurado a partir da verificação da situação econômica e da capacidade de pagamento das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Quando a capacidade de pagamento do contribuinte não for suficiente para liquidação integral da dívida, os prazos e os descontos serão graduados de acordo com a possibilidade de quitação dos débitos. São passíveis de transação os débitos do Regime do Simples Nacional inscritos em dívida ativa da União até 31 de janeiro de 2022, que poderão ser objeto de acordo mediante o pagamento, a título de entrada, de valor equivalente a 1% do seu valor consolidado, em até 8 parcelas, e o restante pago com redução de até 100% do valor dos juros, das multas e dos encargos legais, observados o valor mínimo de R$ 100,00 por parcela. Para os microempreendedores individuais o valor mínimo da parcela é de R$ 25,00. Para aderir ao programa, o interessado deverá acessar o site REGULARIZE (www.regularize.pgfn.gov.br) e concordar com a proposta de pagamento oferecida pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Em seguida, deverá prestar as informações solicitadas seguindo os passos descritos. A adesão deverá ser realizada até às 19h do dia 31 de março de 2022. Uma vez aceito o parcelamento, o mesmo será rescindido caso o contribuinte não efetue o pagamento de 3 parcelas consecutivas ou alternadas do saldo devedor; caso seja constatado que o contribuinte realizou ato tendente ao esvaziamento patrimonial como forma de fraudar o cumprimento da transação; a decretação de falência ou de extinção, pela liquidação, da pessoa jurídica transigente; ou que ocorra qualquer descumprimento às normas previstas na Portaria. A rescisão do parcelamento implicará no afastamento dos benefícios concedidos e a cobrança integral das dívidas, deduzidos os valores pagos, além de autorizar a retomada do curso da cobrança dos créditos. Ficou interessado e quer mais informações? Entre em contato com o Departamento Jurídico da CDL/BH pelo chatbot no nosso site www.cdlbh.com.br, pelo telefone 3249-1666 ou pelo e-mail juridicoassociados@cdlbh.com.br. Publicações similares Apoio ao Comércio 17 de agosto de 2026 O que o setor de comércio e serviços espera do futuro governador de Minas Gerais? CDL/BH apresenta propostas para as eleições de 2026 e entrega a Mateus Simões documento com demandas … Apoio ao Comércio 11 de agosto de 2026 Funcionamento do comércio no feriado 15 de agosto – Assunção de Nossa Senhora A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) informa que o comércio da capital mineira … Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Salário na conta e compras de última hora aquecem o comércio da capital no Dia dos Pais Tíquete médio cresce 15,6% e mais da metade dos lojistas esperam aumento nas vendas em relação … Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Selic em queda: CDL/BH prevê crédito mais barato e otimismo no varejo Redução dos juros fortalece a confiança de empresários e consumidores para as vendas do segundo semestre …