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Crise potencializada pelas mídias sociais: você está preparado?

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Em 1949, George Orwell teve uma visão do futuro, que escreveu em seu livro “1984”, ainda um best-seller, nos dias atuais. A profecia de Orwell onde “a liberdade torna-se escravidão, a privacidade é proibida, o passado pode ser apagado e onde pessoas vivas são banidas” tornou-se em muita parte realidade e, acontece de forma potencializada através das mídias sociais.



Caso como o da Dolce & Gabbana na China mostra a falta de uma resposta rápida a fatos que podem ganhar proporções gigantescas, atravessar continentes e significar prejuízos irreparáveis as marcas.



Para quem não está familiarizado com a história da D&G, quatro dias antes de um mega desfile em Shanghai a marca Dolce & Gabanna soltou uma série de três vídeos, no qual uma modelo chinesa em um vestido de lantejoulas tentava comer com “hashis”, de forma sofrida um prato de spaghetti, cannolis e até pizza em um ambiente estereotipado e repleto de clichès da cultura chinesa. Os vídeos, questionados, em primeira mão pelo fashion blog Diet Prada, foram retirados do ar em 24 horas, mas já era tarde pela viralização rápida e pelo conteúdo ofensivo.



Contanto, a repercussão negativa foi tão grande que diversas celebridades de todo país como a editora da Vogue China, o embaixador da marca no país e agências de modelos contratadas para o show cancelaram a participação. O “incidente” fez com que a D&G ganhasse 1.4 bilhões de “inimigos chineses”. O incidente é um terrível exemplo para executivos do que pode acontecer quando a fúria das mídias sociais é solta. A China responde por um terço de vendas do mercado de luxo no mundo e a um terço do faturamento da D&G, correspondente a 1.3 billhão de euros. Parece um mundo distante, mas em um universo extremamente conectado o prejuízo pode se tornar irreparável.



Fonte : Mercado&Consumo

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Em 1949, George Orwell teve uma visão do futuro, que escreveu em seu livro “1984”, ainda um best-seller, nos dias atuais. A profecia de Orwell onde “a liberdade torna-se escravidão, a privacidade é proibida, o passado pode ser apagado e onde pessoas vivas são banidas” tornou-se em muita parte realidade e, acontece de forma potencializada através das mídias sociais.



Caso como o da Dolce & Gabbana na China mostra a falta de uma resposta rápida a fatos que podem ganhar proporções gigantescas, atravessar continentes e significar prejuízos irreparáveis as marcas.



Para quem não está familiarizado com a história da D&G, quatro dias antes de um mega desfile em Shanghai a marca Dolce & Gabanna soltou uma série de três vídeos, no qual uma modelo chinesa em um vestido de lantejoulas tentava comer com “hashis”, de forma sofrida um prato de spaghetti, cannolis e até pizza em um ambiente estereotipado e repleto de clichès da cultura chinesa. Os vídeos, questionados, em primeira mão pelo fashion blog Diet Prada, foram retirados do ar em 24 horas, mas já era tarde pela viralização rápida e pelo conteúdo ofensivo.



Contanto, a repercussão negativa foi tão grande que diversas celebridades de todo país como a editora da Vogue China, o embaixador da marca no país e agências de modelos contratadas para o show cancelaram a participação. O “incidente” fez com que a D&G ganhasse 1.4 bilhões de “inimigos chineses”. O incidente é um terrível exemplo para executivos do que pode acontecer quando a fúria das mídias sociais é solta. A China responde por um terço de vendas do mercado de luxo no mundo e a um terço do faturamento da D&G, correspondente a 1.3 billhão de euros. Parece um mundo distante, mas em um universo extremamente conectado o prejuízo pode se tornar irreparável.



Fonte : Mercado&Consumo