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De loja de ‘porta de garagem’ à referência no comércio da capital: conheça a história da Leugim Magazine

Conquistas e Ações da CDL/BH

Quando o senhor Paulo José Corrêa fundou a Calçados Leugim, em 1982, na região de Venda Nova, ele não poderia imaginar que aquela modesta loja de ‘portinha de garagem’, que vendia somente calçados de marcas pouco ou nada conhecidas, se tornaria um dos empreendimentos mais tradicionais e de maior diversidade de produtos de Belo Horizonte.

Isso porque, naquela época, o comércio na região era muito pequeno e pouco atrativo para as grandes fábricas. No entanto, com o passar dos anos, o mercado começou a crescer. Atento a essa nova realidade, o fundador da Calçados Leugim chamou suas três filhas, Elizabeth, Margarete e Maristela Correia para trabalharem no empreendimento.

Com uma nova visão, estratégia e dedicação da segunda geração da família à frente do negócio, o resultado foi a expansão da atividade. Os clientes passaram a encontrar mais variedades de calçados, e a loja a ter o seu próprio setor de confecção.

O resultado da nova gestão foi tão relevante que, em 1998, foi preciso mudar para uma local maior. “Neste ano, começamos agregar mais valor ao nosso negócio. Aumentamos o nosso ramo de atividades e passamos a trabalhar com os segmentos de brinquedos, papelaria e enxoval. Devido a isso, era preciso mudar o nome. Nascia ali, a Leugim Magazine”, relata Elizabeth.

Toda essa jornada empreendedora foi acompanhada, de perto, pelos filhos das mulheres que assumiram a gestão do negócio. “Desde pequena, eu vinha para loja e brincava de ser vendedora, pois fomos nascidos e criados no comércio. Nossa referência sempre foi muito forte graças ao meu avô, que faleceu em 2020, e a essas mulheres batalhadoras”, destaca Fernanda Silveira, filha de Elizabeth ou simplesmente Beth.

Já aos 23 anos, Fernanda começou a trabalhar na loja. Além dela, o irmão e três primos também iniciaram as atividades. Foi o início da terceira geração da família a tomar frente da empresa.  “Nós não tínhamos outro caminho a seguir. Para trabalhar no comércio é preciso ter paixão. E como sempre convivemos nesse universo, nosso interesse foi em dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo realizado”, ressalta.

Atualmente, a Leugim Magazine conta com 42 colaboradores e acrescentou o segmento de material esportivo ao seu leque de variedades. Mesmo durante a pandemia, as vendas não pararam.  Os empreendedores da nova geração do negócio apostaram nas vendas online e se deram bem.

“Durante esse período, entendemos que tínhamos que atender os nossos clientes que estavam em suas casas devido ao isolamento social. Desenvolvemos um trabalho de divulgação em nosso site e Instagram. Nossas vendas online são realizadas para todo o Brasil e representam uma boa porcentagem de nossa receita”, conta Fernanda. Orgulhosa das conquistas, ela ainda destaca que “somos uma das únicas lojas de Belo Horizonte que trabalha com crediário próprio”.

Planejamento

Os planos da Leugim Magazine, além de continuar prestando um atendimento de excelência e oferecer produtos diferenciados aos clientes, é o de aumentar a variedade de itens na internet. “Vimos que o virtual é uma ferramenta essencial para aumentarmos nossa receita. Estamos trabalhando para crescer a nossa loja virtual”, frisa Fernanda.

E ao falar sobre o futuro, ela revela um sonho: “Minha filha de oito anos, Giovanna, já fala que vai vir trabalhar na Loja. Seria uma grande realização vê-la a como a quarta geração à frente do nosso negócio”.

Visibilidade

Associados da CDL /BH há mais 30 anos, a Leugim Magazine acredita que a entidade realiza ações importantes que favorecem seus associados. Um exemplo disso é o Dia Livre de Impostos (DLI).

De acordo com Fernanda, todos os anos nós participamos dessa operação. “É muito interessante, pois nos coloca na mídia, uma vez que somos procurados por programas de televisão, o que nos dá ainda mais visibilidade. Além disso, ao longo do ano, a CDL/BH nos indica como fonte para profissionais da imprensa, em geral, realizarem suas matérias com personagens do comércio, como é o nosso caso”, diz.