Notícias - 31 de janeiro de 2017 Economia pode voltar a crescer, já este trimestre Apoio ao Comércio A economia brasileira vai voltar a crescer já no 1º trimestre, de acordo com relatório do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A previsão é de alta de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) após o que devem ser 8 trimestres seguidos (dois anos inteiros) de queda. O PIB do 4º trimestre só será divulgado em março, mas todos os indicadores disponíveis até o momento apontam para um número negativo. Balanço de riscos A perspectiva de retomada já no começo do ano seria resultado de um “alento no balanço de riscos”, segundo a FGV. A convergência da inflação em direção ao centro da meta está permitindo que o Banco Central relaxe a política monetária. O corte da Selic em janeiro foi acelerado para “um novo ritmo” de 0,75 ponto percentual e o último Boletim Focus, prevê que a taxa termine o ano em 9,5%. Outro ponto positivo foi a liberação dos recursos das contas inativas do FGTS no valor de R$ 30 bilhões – suficiente para levar o fator “consumo” de território neutro para levemente positivo, segundo o IBRE. Outros fatores citados são uma boa safra agrícola, números mais positivos de produção industrial e uma reversão da tendência de queda da confiança. Um fator negativo é o desemprego, que deve continuar em trajetória de alta até pelo menos a metade do ano. Entre as incertezas estão o impacto das medidas de Donald Trump nos Estados Unidos, o efeito da continuidade das investigações no âmbito da Lava Jato e qual tipo de reforma da Previdência será aprovada. Mesmo com retomada já no 1º tri, a previsão do IBRE é que o peso dos dados negativos de 2016 faça com que 2017 termine com apenas 0,3% de crescimento no balanço (veja outras previsões). O governo espera uma retomada de 0,3% a 0,5% já no 1º trimestre e que a previsão de crescimento de 1% em 2017 será mantida. Se o governo revisar esse número, terá que definir também como vai cumprir a meta de déficit primário; a arrecadação em 2016 teve o pior resultado desde 2010. Fonte: Exame – Editado Publicações similares Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Salário na conta e compras de última hora aquecem o comércio da capital no Dia dos Pais Tíquete médio cresce 15,6% e mais da metade dos lojistas esperam aumento nas vendas em relação … Apoio ao Comércio 6 de agosto de 2026 Selic em queda: CDL/BH prevê crédito mais barato e otimismo no varejo Redução dos juros fortalece a confiança de empresários e consumidores para as vendas do segundo semestre … Apoio ao Comércio 29 de julho de 2026 Lojistas estimam crescimento de até 20% em vendas para o Dia dos Pais Pesquisa da CDL/BH mostra expectativa positiva para a data, com investimento em estoques, promoções e estratégias … Apoio ao Comércio 23 de julho de 2026 Comércio de Belo Horizonte entra otimista no segundo semestre Mercado de trabalho aquecido, aumento da renda das famílias, início da redução dos juros e calendário …