Notícias - 26 de março de 2020 Em tempos de home office, o momento é de resgate do espírito coletivo dos nossos avós Apoio ao Comércio Diante do novo vírus que derreteu o mundo nas últimas semanas, é hora de refletirmos e resgatarmos alguns ensinamentos das gerações anteriores para, de alguma forma, compreender o posicionamento mais sensato que devemos ter diante de todas as mudanças que os acontecimentos atuais estão delineando nas nossas vidas, no nosso futuro e nas nossas empresas. Fazendo um resgate da pouca conhecida Geração Silenciosa (os nascidos de 1925 a 1942, em meio à Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial), nossos avós nasceram em um ambiente com muitas dificuldades e privações. Com os países arrasados no pós-guerra, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. Entre suas características principais pode-se observar: são dedicados, gostam de hierarquias e principalmente, demonstram espírito de sacrifício, pois desde cedo deixaram de lado suas necessidade e desejos para lutarem por um objetivo comum. Tem sobretudo o espírito de coletividade. Já as gerações posteriores, aproveitaram o crescimento econômico e a prosperidade de um mundo pós-guerra e acabaram desenvolvendo um espírito mais individualista e consumista, afinal não sofreram as agruras que as guerras proporcionam. Diante da atual pandemia, as principais medidas dizem respeito à contenção da transmissão pelo bem da coletividade, por meio do isolamento e da quarentena. Em momentos de crise como a que estamos vivendo agora, precisamos estar dispostos a mudar radicalmente nossos modos de vida – e talvez até o jeito que pensamos sobre a sociedade em que vivemos. E a razão, provavelmente, não é para proteger a si mesmo, mas para ajudar a sociedade como um todo e as pessoas mais frágeis e expostas. É hora de pensar nos outros de fato. A respeito das consequências econômicas que afetarão nossos bolsos e nossas empresas, o momento é de reflexão profunda. Episódios como estes devem ser encarados como períodos para colocar as ideias no lugar, de exercer a criatividade, de organizar coisas que não sobravam tempo para se dedicar. Empresários, varejistas e executivos, que tal aproveitar o momento para fazer do limão uma limonada? Neste período home-office, que tal pensarem nas oportunidades pós-crise? Sim, em algumas semanas a disseminação da doença vai diminuir e em alguns meses acabará. O Brasil e o mundo retomarão sua vida econômica e talvez sua empresa esteja mais preparada do que a concorrência para lançar um novo produto ou serviço “fresquinho” para um mundo pós-coronavírus. Fonte: Mercado&Consumo Publicações similares Apoio ao Comércio 30 de setembro de 2026 Tíquete médio por presente no Dia das Crianças sobe 27,26% e chega a R$ 263 na capital mineira, aponta pesquisa da CDL/BH Consumidores pretendem comprar, em média, três presentes; brinquedos e roupas lideram a lista e 64,8% deixarão … Apoio ao Comércio 29 de setembro de 2026 Alterados os prazos do Simples Nacional e Regime Híbrido (IBS/CBS) para 2027 A CDL/BH informa que a Resolução CGSN Nº 194/2026 alterou os prazos e condições para a … Apoio ao Comércio 31 de agosto de 2026 Lojas de BH podem funcionar no feriado de 7 de setembro; veja as regras Comerciantes devem observar condições previstas para a utilização da mão de obra dos empregados O comércio … Apoio ao Comércio 17 de agosto de 2026 O que o setor de comércio e serviços espera do futuro governador de Minas Gerais? CDL/BH apresenta propostas para as eleições de 2026 e entrega a Mateus Simões documento com demandas …