Notícias - 21 de março de 2013 Índice de Atividade Econômica avança 1,26% em janeiro Apoio ao Comércio O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 1,29% em relação ao mês anterior. Esta é a maior alta do indicador para o mês de janeiro desde o ano de 2004, quando a alta foi de 1,99%. Esse índice representa a variação no nível de atividade econômica apresentado pelo país e serve como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o índice é uma das ferramentas utilizadas pelo Comitê de Politica Monetária para a definição da taxa básica de juros. O Banco Central (BC) revisou alguns resultados do IBC-Br do ano de 2012. A evolução da atividade econômica de dezembro foi revisada de +0,26% para -0,45%, a de novembro foi revisado de +0,57% para +0,24%. O índice de outubro foi reajustado de +0,21% para +0,81% e o de setembro passou de -0,55% para -0,85%. O resultado do mês de janeiro indica o inicio de um processo de recuperação mais acelerado da economia brasileira no inicio deste ano. Na comparação entre os meses de janeiro de 2013 e 2012, o IBC-Br apresentou alta de 3,84% e nos últimos doze meses findados em janeiro o crescimento da atividade foi de 0,84%. Publicações similares Apoio ao Comércio 26 de junho de 2026 Funcionamento do Comércio no dia 29 de junho, dia de jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 A CDL/BH informa que os dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de … Apoio ao Comércio 24 de junho de 2026 Comerciantes terão linha de crédito exclusiva com taxas reduzidas no BDMG em parceria inédita com a CDL/BH Micro e pequenos empresários poderão acessar financiamento com condições especiais e até um ano para começar a … Apoio ao Comércio 9 de junho de 2026 Vendas para o Dia dos Namorados devem ganhar força nesta semana em Belo Horizonte Pesquisa da CDL/BH apontou que seis em cada dez consumidores irão comprar o presente nos próximos … Apoio ao Comércio 5 de junho de 2026 Dia dos Namorados deve movimentar comércio de BH com gasto médio de R$ 264 por presente Valor previsto pelos consumidores é 42% maior que em 2025; roupas, cosméticos e calçados lideram a …