Notícias - 11 de agosto de 2015 Inflação oficial acumula alta de 9,56% em 12 meses, a maior desde 2003 Apoio ao Comércio O consumidor brasileiro sentiu impacto menor da inflação no bolso em julho, depois de vivenciar, no mês anterior, o pior junho desde 1996. Mesmo tendo desacelerado de 0,79% para 0,62%, a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou o valor mais elevado, para o sétimo mês do ano, desde 2004. Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 9,56%, o maior resultado desde novembro de 2003, quando ficou em 11,02%. O índice está bem acima do teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 6,5%. No ano, a inflação subiu 6,83% e também foi recorde para o período desde 2003, quando atingiu 6,85%. De acordo com o IBGE, a energia elétrica, que ficou 4,17% mais cara, foi o item que mais contribuiu individualmente no aumento geral de preços em julho. Em Curitiba e São Paulo, por exemplo, a tarifa aumentou mais de 11%. Além das contas de luz, as de água e esgoto também ficaram, em média, 2,44%. Considerando o comportamento desses gastos, o grupo de despesas com habitação registrou a maior variação de junho para julho, passando de 0,86% para 1,52%. Também pressionaram os artigos de limpeza (0,65%), aluguel residencial (0,49%) e condomínio (0,49%). Os alimentos também tiveram os preços ainda mais reajustados. De 0,63%, a variação subiu para 0,65%, influenciada pelas refeições feitas fora de casa. Se as contas de luz, de água e os alimentos ficaram mais caros, os artigos de residência seguiram a mesma tendência. A inflação desse grupo bateu 0,86% em julho, contra 0,72% no mês anterior. As principais influências vieram de conserto de equipamentos domésticos (1,03%), TV, som e informática (1,00%) e mobiliário (0,94%). Fonte: G1 Publicações similares Apoio ao Comércio 5 de outubro de 2026 Lojas de BH podem funcionar no feriado de 12 de outubro; veja as regras A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) informa que o comércio da capitalmineira está … Apoio ao Comércio 30 de setembro de 2026 Tíquete médio por presente no Dia das Crianças sobe 27,26% e chega a R$ 263 na capital mineira, aponta pesquisa da CDL/BH Consumidores pretendem comprar, em média, três presentes; brinquedos e roupas lideram a lista e 64,8% deixarão … Apoio ao Comércio 29 de setembro de 2026 Alterados os prazos do Simples Nacional e Regime Híbrido (IBS/CBS) para 2027 A CDL/BH informa que a Resolução CGSN Nº 194/2026 alterou os prazos e condições para a … Apoio ao Comércio 31 de agosto de 2026 Lojas de BH podem funcionar no feriado de 7 de setembro; veja as regras Comerciantes devem observar condições previstas para a utilização da mão de obra dos empregados O comércio …