Notícias - 13 de novembro de 2019 Pequenos empresários pretendem investir nos próximos meses Apoio ao Comércio O setor de serviços cresceu 1,2% em setembro e zerou as perdas de 2019, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).O crescimento de setembro ajudou o setor a zerar as quedas que, até agosto, o deixavam 1,5% abaixo do nível de dezembro de 2018. Com o resultado, serviços superam o patamar do último mês do ano passado em 0,1%, segundo o IBGE. O crescimento chegou a 0,6% no acumulado de 2019, e 0,7% na soma dos últimos 12 meses, com aumento em 80 dos 166 tipos de serviços pesquisados. O resultado de setembro é a maior alta do setor desde agosto do ano passado, de acordo com o que mostrou a Pesquisa Mensal de Serviços pelo IBGE. Na comparação com o mesmo mês de 2018, a expansão foi de 1,4%.Quatro das cinco atividades investigadas pelo IBGE tiveram avanço em setembro, sendo que apenas informação e comunicação demonstrou queda de 1%. Os principais destaques positivos foram o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios, que registrou alta de 1,6%, após perda de 0,7% em agosto, e serviços profissionais, administrativos e complementares, que cresceu 1,8%. Também registraram expansão os serviços prestados às famílias (0,8%) e outros serviços (0,5%). No volume de serviços, o índice de atividades turísticas cresceu 4,8%, superando a retratação de 4,5% no mês de agosto. O crescimento foi visto em nove das doze unidades da federação vistas pelo IBGE. São Paulo liderou o quesito, com alta de 10,5%. Na comparação com setembro do ano passado, a expansão em atividades turísticas foi de 1%. A receita das empresas de locação de automóveis puxou essa marca, enquanto transportes aéreo e rodoviário de passageiros e restaurantes tiveram influência negativa. Entre janeiro e setembro de 2019, as atividades turísticas cresceram 2,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Oito dos doze locais investigados registraram taxas positivas, mais uma vez com São Paulo à frente após alta de 5,1%. O resultado positivo, na comparação com agosto, foi visto na maioria das unidades da federação no volume de serviços: 14 de 27. Os destaques ficaram para São Paulo (1,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Distrito Federal (1,3%) e Paraná (1%). Porém, o bom resultado não pode ser visto em todo país na análise frente a setembro do ano passado, quando 11 das 27 unidades federativas avançaram. Novamente, São Paulo (3,3%) e Rio de Janeiro (3,5%) tiveram as maiores contribuições positivas, com destaque para o segmento da tecnologia da informação. Publicações similares Apoio ao Comércio 25 de março de 2026 Mais de 80% dos lojistas dos segmentos de bombonieres e peixarias de BH estão otimistas com as vendas para a Páscoa A expectativa dos empresários é que 66,83% dos consumidores mantenham ou aumentem o consumo em relação … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Inadimplência dos consumidores de BH no mês de fevereiro fica abaixo da média nacional Apesar do crescimento de 6,02% em fevereiro, capital mineira apresenta desempenho mais favorável que o país … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 MEI e Simples podem mudar: projeto avança e anima o setor de comércio e serviços Para a CDL/BH, caso o PLP 108/2021 seja aprovado em definitivo, haverá impacto positivo para as … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Redução da Selic é vista como um ‘respiro’ para o setor de comércio e serviços Para a CDL/BH, queda é um bom caminho para a retomada de investimentos, melhora no acesso …