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Possibilidade de movimento de greve dos trabalhadores dos transportes municipais de BH

Apoio ao Comércio

A CDL/BH, diante de rumores de que possa acontecer a paralisação dos trabalhadores do transporte Municipal de Belo Horizonte, na próxima segunda-feira, dia 25 de abril de 2016, reconhece a legitimidade do movimento paredista para defesa dos direitos dos trabalhadores do setor de transportes, mas não pode deixar de reconhecer também, que isso causa reflexos negativos na economia municipal, pois diminui o fluxo de potenciais consumidores, afetando o comércio e serviços de nossa cidade.


 


 Estamos buscando junto aos Poderes constituídos a preservação do percentual legal mínimo de atendimento de transporte coletivo à população, que deve ser observado pelas empresas de transporte de passageiros, de modo a garantir que os trabalhadores do comércio e consumidores não fiquem privados do legítimo direito de comparecer aos seus postos de trabalho, bem como de efetuar suas compras, comparecer em escolas, consultas médicas, e tantos outros compromissos diários.


 


Orientamos, pois, que cada situação de atraso ou falta de empregados, em decorrência desse movimento grevista seja analisado de maneira específica, assegurando a correta aplicação da legislação trabalhista vigente. E sendo necessário, que os lojistas adotem um critério de transporte de empregados, para a manutenção da atividade comercial em funcionamento, especialmente por estarmos à véspera de importante data comemorativa para vendas e prestação de serviços, e considerando-se também, a atual crise econômica.


 


Pelo período de paralisação, caso se registrem prejuízos no volume de vendas e serviços em nossa Capital, e para os lojistas que se sentirem lesados, deverão constituir prova de eventuais prejuízos sofridos (prova de redução de faturamento, de perda de mercadorias, de cancelamento de contratos, por exemplo) e buscar junto ao Poder Judiciário o necessário apoio para ressarcimento perante aqueles que lhes derem causa.


 


A CDL/BH apoia, acima de tudo, o pleno funcionamento do comércio, em defesa dos interesses dos seus associados.


 


 


Bruno Selmi Dei Falci


Presidente