Notícias - 9 de fevereiro de 2026 Carnaval de BH: foliões irão investir entre R$ 100 e R$ 150 em fantasias e adereços, aponta CDL/BH Apoio ao Comércio Pagamento à vista será prioridade durante a folia e transporte por aplicativo será o principal meio de locomoção Às vésperas de um dos maiores carnavais do país, o folião promete movimentar as ruas da capital mineira. De acordo com pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) realizada entre os dias 14 e 16 de janeiro com 200 consumidores, os blocos de rua e pré-carnavais gratuitos são os favoritos do público. Para se divertir no período de Carnaval de Belo Horizonte, 58,1% dos entrevistados irão escolher os blocos de rua. Em seguida, estão os pré-carnavais gratuitos ou ensaios de blocos, preferidos por 48,8% dos foliões. As demais preferência para aproveitar a festa são: eventos privados ou festas fechadas (14%); programação infantil – matinês ou bloquinhos kids (14%); pré-carnavais pagos (11,6%); programação pós-carnaval (7%); desfiles de escolas de samba (4,7%) e não responderam (2,3%). E para curtir a festa momesca, os consumidores pretendem investir entre R$ 100 e R$ 150 com fantasias e adereços, sendo as lojas físicas o principal local de compra desses itens. Já os gastos com bebidas na festa devem ser de cerca de R$ 70 por dia. Na opinião do presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, esse tíquete médio mostra que o folião de Belo Horizonte busca aproveitar o Carnaval sem comprometer o orçamento, priorizando itens acessíveis, mas que permitem viver a experiência da festa. “Para o comércio, é um período importante, especialmente para lojistas de rua e pequenos empreendedores”, disse. O destaque vai para a aquisição desses produtos diretamente com vendedores ambulantes (67,4%). Para Souza e Silva, a profissionalização do serviço de ambulantes ao longo dos anos tem sido muito positiva, tanto para quem trabalha, e tem a chance de gerar uma renda extra no período, quanto para os foliões, que contam com um serviço mais qualificado e seguro. Supermercados, bares e restaurantes também serão beneficiados com a venda de bebidas. Sendo que as mais citadas pelos consumidores são: água (72,1%), cerveja (62,8%), destilados e refrigerantes (25,6% cada), energéticos e sucos (16,3% cada), catuaba (7%), vinhos (4,7%) e água de coco (2,3%). Outros itens citados pelos consumidores que serão adquiridos para a folia são protetor solar (51,2%), garrafa/squeeze/copo (41,9%), maquiagem (39,5%), acessórios (tiaras, brincos, óculos – 23,3%), capa de chuvas ou itens para o clima (16,3%), itens de higiene (álcool, lenço umedecido – 16,3%), pochete, bolsas, porta-documentos (16,3%). Folião vai privilegiar o pagamento à vista A forma de pagamento mais utilizada será PIX (27,9%), cartão de débito (25,6%), à vista no crédito (18,6%), dinheiro (18,6%) e parcelado no crédito (7%). Blocos do Centro e transporte de aplicativos são os preferidos A pesquisa da CDL/BH questionou os foliões quanto à preferência do local dos blocos. Neste quesito, a Região Central destaca-se, sendo a preferida de 32,6% dos entrevistados que vão participar da festa. Na sequência aparecem blocos de bairro (27,9%). Já para 34,9% afirmam não ter preferência de localização. Outros fatores que influenciam a escolha dos blocos são estilo musical/atrações (41,9%); companhia de amigos ou familiares (32,6%); segurança (27,9%); experiências anteriores positivas (20,9%); tradição/identidade do bloco (20,9%); localização ou facilidade de acesso (18,6%); gratuidade do bloco (16,3%); horário do desfile (14%); recomendações de influenciadores (14%); infraestrutura – banheiros, apoio, organização (14%); clima ou condições do tempo (7%); venda de bebidas e alimentos no entorno (4,7%); divulgação nas redes sociais (4,7%) e preferência por blocos pequenos com menos aglomeração (4,7%). Quanto ao principal meio de locomoção no carnaval, 41,9% afirmam que optam pelos carros de aplicativos; 27,9% citam ônibus ou metrô; 11,6% carro próprio e 4,7%, motocicleta. A pesquisa questionou os entrevistados sobre os pontos positivos e negativos do Carnaval de Belo Horizonte. Os citados foram: Positivos Atrações (30,2%); diversidade de blocos (27,9%); conhecer pessoas novas (25,6%); ser um evento aberto ao público (18,6%); eventos descentralizados (14%); clima de festa/alegria (9,3%); segurança (9,3%); organização e infraestrutura do evento (7%); valorização da cultura brasileira (7%); bebidas (2,3%); evento dentro da cidade (2,3%); movimentar a economia (2,3%). Negativos Pouca segurança no evento (18,6%); consumo de álcool em excesso pelos foliões (14%); falta de transporte público nos locais de evento (14%); pouco número de banheiros (14%); multidões e aglomerações (11,6%); brigas (9,3%0; trânsito ou congestionamento (9,3%); alto volume de lixo nas ruas (9,3%); assédio sexual (7%) e roubos ou furtos (7%). 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