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CDL/BH participa de seminário do setor de eventos para discutir ações pós-pandemia

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SEMINÁRIO DO SETOR DE EVENTOS

Um dos setores mais prejudicados pela pandemia causada pela Covid-19 foi o de eventos. Segundo a Associação Brasileira dos Promotores de Evento (Abrape), mais de 350 mil eventos como shows, festas, congressos, rodeios, eventos esportivos e sociais, teatro, entre outros, não foram realizados. Isso causou um impacto de R$ 90 bilhões no faturamento da área, além do fechamento de cerca de um terço das empresas.

Em 2021, a crise continua a assolar a área, que mesmo com a vacinação da população e com a retomada de alguns eventos, ainda não sabe como será a retomada dos eventos no Brasil e no mundo.

Pensando em como superar esse momento, cerca de 60 agentes de todas as áreas da cadeia produtiva de eventos do nosso país se reuniu durante um seminário gratuito realizado entre os dias 02 e 04 de agosto, que teve como objetivo discutir a retomada de eventos, trazendo projeções para que o turismo volte a acontecer de forma gradativa, consciente e, especialmente, na criação de novas oportunidades para os profissionais do setor.

A CDL/BH, representada pelo seu presidente, Marcelo de Souza e Silva, também esteve presente na roda de conversa. “Nestes quase 18 meses de pandemia, a vida cultural de Belo Horizonte, que ganhou uma efervescência especial na última década, praticamente ficou paralisada. Sabemos que toda retomada é complexa, lenta e requer muita dedicação e esforço de todas as partes. Os que precisamos, com urgência, são de ações públicas que estimulem a ampla e completa recuperação desses setores, que são os maiores responsáveis pelo PIB de Belo Horizonte”, disse.

Ele ressaltou importância do cumprimento dos protocolos de higiene e, principalmente, completar o cronograma de vacina. “Realizar essas etapas é essencial para que comércio e eventos possam seguir levando cultura, entretenimento e serviços com segurança e qualidade para todos nós”.

É o mesmo pensamento do organizador do evento, Aluizer Malab. De acordo com ele, é preciso que o setor crie novos produtos de eventos (presenciais, híbridos) amparados pelos protocolos de biossegurança e reinventar o que já existe ante às novas tendências de consumo, especialmente do turismo voltado ao entretenimento e ao lazer. “Temos que nivelar nosso comportamento com o objetivo de que possamos abarcar eventos maiores que trazem benefícios não só para o público, mas para fornecedores e o turismo, tendo, ao mesmo tempo, que ficarmos atentos com as novas regras impostas pela pandemia”, ressaltou.

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