Notícias - 16 de setembro de 2014 Desaceleração Apoio ao Comércio A economia brasileira gerou 101.425 empregos com carteira assinada no mês de agosto, informou o Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (11), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Isso representa uma queda de 20,5% frente ao mesmo período de 2013, quando foram abertas 127.648 vagas formais. Também foi o pior resultado para meses de agosto desde 2012, quando foram abertas 100.938 vagas com carteira assinada. Considerando apenas este ano, este foi o melhor resultado mensal desde fevereiro, quando 129 mil vagas foram abertas. De janeiro a agosto deste ano, foram criados 751 mil empregos formais, com queda de 31,6% frente ao mesmo período do ano passado, que registrou 1,09 milhão de vagas. Este é o pior resultado para os oito primeiros meses do ano desde 2002. O Ministério do Trabalho informou que sua expectativa para a criação de empregos com carteira assinada neste ano foi mantida em 1 milhão de vagas. O setor de serviços liderou a criação de empregos formais nos oito primeiros meses deste ano, com 491.910 postos abertos, contra 472.457 no mesmo período do ano passado. O setor inclui trabalhadores como médicos, vendedores de lojas, manicures, corretores de imóveis, garçons e motoristas. A indústria de transformação, como as refinarias de petróleo, foi responsável pela contratação de 28.159 trabalhadores com carteira assinada no mesmo período. De janeiro a agosto do ano passado, ela abriu 216.023 vagas. O resultado até agosto deste ano foi o pior desde 2009 (demissão de 52,7 mil trabalhadores pelo setor). A construção civil, por sua vez, registrou a abertura 86.767 trabalhadores com carteira assinada de janeiro a agosto deste ano, contra 168.754 vagas no mesmo período de 2013. Já o setor agrícola gerou 115.692 empregos nos oito primeiros meses deste ano, contra a abertura de 134.169 vagas no mesmo período de 2013. O comércio fechou 6.405 vagas formais de janeiro a agosto deste ano, contra 61.917 vagas abertas nos oito primeiros meses de 2013. Setor Pesquisa e Mercado Ana Paula Bastos Francisco Rocha Melo Iracy Silva Pimenta Publicações similares Apoio ao Comércio 25 de março de 2026 Mais de 80% dos lojistas dos segmentos de bombonieres e peixarias de BH estão otimistas com as vendas para a Páscoa A expectativa dos empresários é que 66,83% dos consumidores mantenham ou aumentem o consumo em relação … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Inadimplência dos consumidores de BH no mês de fevereiro fica abaixo da média nacional Apesar do crescimento de 6,02% em fevereiro, capital mineira apresenta desempenho mais favorável que o país … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 MEI e Simples podem mudar: projeto avança e anima o setor de comércio e serviços Para a CDL/BH, caso o PLP 108/2021 seja aprovado em definitivo, haverá impacto positivo para as … Apoio ao Comércio 19 de março de 2026 Redução da Selic é vista como um ‘respiro’ para o setor de comércio e serviços Para a CDL/BH, queda é um bom caminho para a retomada de investimentos, melhora no acesso …