Notícias - 15 de janeiro de 2018 Menor índice desde 1998 Apoio ao Comércio A inflação oficial do Brasil (IPCA) fechou 2017 em 2,95%, abaixo do piso da meta fixada pelo governo, de 3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez que isso acontece desde que o regime de metas foi implantando no país, em 1999. De acordo com a série histórica do IBGE, esse índice é o menor desde1998, quando chegou a 1,65%. Em 2016, o IPCA havia ficado em 6,29%. O resultado de 2017 foi puxado principalmente pelo aumento de preços das despesas com produtos e serviços relativos à habitação, saúde,cuidados pessoais e transportes. O que explica a forte desaceleração do IPCA em 2017 é o comportamento dos preços de alimentação e bebidas, que têm o maior peso no cálculo do índice. Com o aumento da safra, os alimentos ficaram mais baratos e impediram que a inflação avançasse ainda mais. O resultado de 2017 ficou próximo à previsão do Banco Central. Em dezembro, um relatório da instituição estimou que a inflação de 2017 seria de 2,8%. Inflação mais forte em dezembro Em dezembro, o IPCA registrou a maior taxa mensal do ano inteiro: 0,44%. Em novembro, o índice chegou a 0,28%. Fonte: G1 Publicações similares Apoio ao Comércio 26 de junho de 2026 Funcionamento do Comércio no dia 29 de junho, dia de jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 A CDL/BH informa que os dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de … Apoio ao Comércio 24 de junho de 2026 Comerciantes terão linha de crédito exclusiva com taxas reduzidas no BDMG em parceria inédita com a CDL/BH Micro e pequenos empresários poderão acessar financiamento com condições especiais e até um ano para começar a … Apoio ao Comércio 9 de junho de 2026 Vendas para o Dia dos Namorados devem ganhar força nesta semana em Belo Horizonte Pesquisa da CDL/BH apontou que seis em cada dez consumidores irão comprar o presente nos próximos … Apoio ao Comércio 5 de junho de 2026 Dia dos Namorados deve movimentar comércio de BH com gasto médio de R$ 264 por presente Valor previsto pelos consumidores é 42% maior que em 2025; roupas, cosméticos e calçados lideram a …