Notícias - 13 de maio de 2016 O governo Michel Temer Apoio ao Comércio O ex-ministro da Previdência Social do governo Fernando Henrique Cardoso, Roberto Brant, participou da plenária do conselho consultivo da CDL/BH. O professor de economia colaborou na construção do plano de governo do presidente Michel Temer. Brant apresentou quais os possíveis caminhos que o novo governo deve seguir. A plenária foi realizada na quinta-feira, 12 de maio. Brant explicou que foi relator do Ponte para o Futuro e Travessia Social, dois planos de elaboração do governo de Temer. Segundo ele, um grupo renomado de economistas e intelectuais participaram dos planos. “Eu tenho tudo para acreditar que a partir de agora, teremos políticas econômicas que não irão agravar a situação crítica que vive o país e iniciar uma trajetória que será longa, difícil, problemática e de incertezas, para que nós recuperemos em longo prazo o crescimento do país”, afirmou. O ex-ministro disse também que o governo que toma posse agora está comprometido com os princípios enumerados nestes planos. O foco do seu diagnóstico é a enfermidade do estado brasileiro e buscar a trajetória de equilíbrio, que seja viável para os agentes econômicos. Um desses princípios contidos no Travessia Social é o dever de reconhecer e compreender os problemas com os quais o governo precisa lidar. “Dado o grau de urgência dos problemas atuais e os perigos que estão contidos neles, o primeiro dever do governo é dizer toda a verdade para a sociedade”, explica. Uma das reformas necessárias contidas no plano Ponte para o Futuro é a reforma da previdência. Segundo Brant, nosso país ainda é jovem comparado a muitos países. Porém, gastamos 12% do Produto Interno Bruto (PIB) com pensões e correlatos da previdência, isso é muito mais do que os Estados Unidos e a China. “Temos que encarar esse problema de frente. O Brasil é o único país que não tem idade mínima para aposentadoria. Somente esse ano, o déficit da previdência privada será de 125 bilhões de reais”, justifica. Outro ponto é o orçamento brasileiro que vem discriminando aquilo que deve ser gasto. Segundo o ex-ministro, atualmente, um orçamento para determinado programa é incluído no orçamento e fica eternamente previsto no mesmo. O certo seria avaliar a cada ano, a decisão daquilo que será gasto. Assim também, Brant acredita que é preciso que o orçamento passe a ser impositivo. “Hoje o orçamento brasileiro parece uma peça de ficção. O Congresso vota o orçamento e quando ele quer colocar mais despesa do que cabe na receita, ele tem o direito de aumentar a receita sem aumentar imposto. O Congresso muda os parâmetros, muda a inflação esperada, muda o crescimento do PIB esperado. Isso é um absurdo”, conclui. Publicações similares Apoio ao Comércio 5 de junho de 2026 Dia dos Namorados deve movimentar comércio de BH com gasto médio de R$ 264 por presente Valor previsto pelos consumidores é 42% maior que em 2025; roupas, cosméticos e calçados lideram a … Apoio ao Comércio 2 de junho de 2026 CDL/BH esclarece sobre funcionamento do comércio na capital mineira no feriado de Corpus Christi, 4 de junho A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) informa que o comércio da capital mineira … Apoio ao Comércio 1 de junho de 2026 Copa do Mundo deve movimentar consumo de alimentos, bebidas e itens temáticos em BH Pesquisa da CDL/BH mostra que mais da metade dos consumidores pretende acompanhar os jogos. Comércio aposta … Apoio ao Comércio 25 de maio de 2026 “Impostópolis” – jogo ensina o peso da carga tributária de forma lúdica Ação tem percorrido toda BH e integra a programação do Dia Livre de Impostos Em uma …