Notícias - 11 de junho de 2018 Por que as iniciativas omnichannel falham? Apoio ao Comércio Geralmente tratamos algumas poucas iniciativas digitais no varejo como OMNI e de fato não trabalhamos a estratégia digital na sua plenitude. Esse é o primeiro desvio que nos leva a falhar quando ingressamos na omnicanalidade sem uma plena estratégia digital para o negócio. Alguns acreditam – erroneamente – que assumir algumas ações digitais já significa ter uma estratégia omni. Ter uma uma estratégia omni é muito mais amplo e requer acima de tudo um grande alinhamento sobre o que é ser omni para o negócio. Se perguntarmos a um grupo de executivos o que, na opinião deles, é ter uma estratégia digital que compreenda a omnicanalidade, provavelmente iremos escutar de cada um deles uma definição diferente. Para os executivos de marketing, talvez signifique engajar clientes on e off line para seus produtos/marca; para o executivo de logística, entregar com menor custo possível. Para nativos e não nativos digitais Na verdade, a falta de alinhamento entre todos os processos do negócio com uma compreensão única, transversal e holística por toda organização sobre a estratégia digital resulta em desalinhamento e, consequentemente, em ações isoladas e pouco produtivas. Para os nãos nativos digitais ou oriundos de um modelo de negócio clássico, assumir uma estratégia transversal como a omnicanalidade demanda é muito mais complicado, seja pelo não alinhamento da estrutura quanto pela a possibilidade de inovar. Segundo desvio: Inovação versus Operação. Como exigir que a estrutura inove, “pense fora da caixa” com uma operação a ser tocada? O caminho mais eficiente para responder a essa questão é testar as iniciativas em ambiente de laboratório, controlado e com riscos mínimos. Equipes multidisciplinares atuando em ritmo de startup. Test&Learn: se viável, escala-se; se não, descarta-se. Para um ambiente ágil dentro de um modelo tradicional de negócio, é preciso dar autonomia, liberdade de atuação e restringir o número de decisores em um primeiro momento para ganhar tração. Os resultados, devem ser compartilhados com a maioria. O terceiro desvio, e não menos importante, sobre o porquê as iniciativas omnicanais não vigoram é o “economics” do negócio. Passa-se a dar menos importância ao valor econômico gerado pelo negócio e maior importância e relevância ao que representa para o cliente. Veja alguns exemplos, como: Amazon, Aibnb, Uber, Tencent, Alibaba, Google e Tesla. A maioria dessas empresas vale muito, não pelo resultado financeiro que entrega, mas pela relevância que tem junto ao consumidor. A inversão no valor do negócio começa nesse ponto, onde o alicerce é a inovação, a conveniência que esses negócios prestam aos seus consumidores, baseado em uma ideia inovadora, no senso de comunidade, one-to-one experience, na fidelidade dos seus consumidores por conectar todas as pontas, por suas novas organizações de trabalho, gerando uma nova mentalidade no cálculo do valor do capital para o valor do consumidor. Fonte: Mercado&Consumo – Editada Publicações similares Apoio ao Comércio 26 de fevereiro de 2026 SUSPENSÃO DA PORTARIA 3665/23 QUE DISPÕE SOBRE O FUNCIONAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA NOS FERIADOS A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte informa aos seus associados que o Ministério do … Apoio ao Comércio 25 de fevereiro de 2026 CDL/BH ESCLARECE SOBRE A PORTARIA Nº 3.665/2023 E O FUNCIONAMENTO DO COMÉRCIO AOS DOMINGOS A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) esclarece aos seus associados que a Portaria … Apoio ao Comércio 9 de fevereiro de 2026 Economia e Segurança: Carnaval de BH tem apoio do comércio para ser uma festa lucrativa e segura Pelo terceiro ano consecutivo, CDL/BH é patrocinadora do Carnaval e une esforços com as forças de … Apoio ao Comércio 9 de fevereiro de 2026 Carnaval de BH: foliões irão investir entre R$ 100 e R$ 150 em fantasias e adereços, aponta CDL/BH Pagamento à vista será prioridade durante a folia e transporte por aplicativo será o principal meio de …