Sua História


As consultas ao fichário do SPC levavam até 3 diasPrimeiro computador da EntidadeAs consultas passaram a serem feitas pela InternetAntiga sede da CDL/BH na Av. Santos DumontComemoração do 4º aniversário da CDL/BHAntigo CPDConcurso de Miss Comerciária em 1964Lançamento do projeto Olho VivoArrecadação de toneladas de donativas no Minas Solidária em 2002Passeata Minas Pela Vida, contra a violência, em 2004Aprovação da Lei Geral das MPEs em BrasíliaFormatura de uma das primeiras turmas de graduação da Fatec ComércioRua dos Caetés com prédios históricos revitalizadosCriação do BH Novos TemposNatal de Todo MundoDia da Liberdade de ImpostosNatal mais Seguro - parceria entre PMMG e CDL/BH todos os anosRua do Centro após retirada dos camelôs
As consultas ao fichário do SPC levavam até 3 dias

Ao longo de seus mais de 50 anos, a CDL/BH fez a sua história e teve papel importante nos destinos da Capital, contribuindo diretamente para o seu desenvolvimento. Os principais feitos da Entidade encontram-se divididos por décadas, acompanhe.

 

Década de 60

Este período foi marcado por transformações e mudanças no contexto mundial e pelas exigências da evolução urbana e da transformação das relações comerciais. A atividade comercial passou a necessitar de apoio e organização para seu desenvolvimento.

É nesse ambiente, em 28/06/1960, que foi criado o CDL BH – Clube de Diretores Lojistas de Belo Horizonte, com sede no Edifício Araxá, na Av. Santos Dumont, 612 – Conjunto 301.

O grupo fundador era composto por:

 - Benzion Levy, da Inglesa Levy;
- Oscar Nicolai, da Livraria Oscar Nicolai;
- Renato Falci, da Casa Falci;
- João Rolla Filho, do Mundo das Meias;
- Antônio Vidigal, da Farmácia Vidigal;
- João Vasconcellos Porto, do Supermercado Serve Bem;
- Cássio José Monteiro França, da União Brasileira de Tecidos;
- Sebastião Morethson, da Bemoreira.
Logo se juntaram ao grupo Nagib Calil El Abras e Nirlando Moacir de Miranda Beirão.
 

Primeiras ações

 Logo no início, a entidade assumiu o Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC. Na época, eram necessárias 3 horas para se fazer uma consulta nas fichas de papéis. Os constantes cortes de energia na cidade, prejudiciais ao comércio, levaram o CDL a agir junto à Cia de Força e Luz de Minas Gerais S/A. O CDL começou também nesta época a agir contra os camelôs, cobrando fiscalização da Prefeitura de Belo Horizonte.

Em 25/11/1965, o CDL foi reconhecido como Utilidade Pública pela Lei Municipal nº 1208. Outras ações foram empreendidas, voltadas para combater os altos impostos, como por exemplo, a elevação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM).

Em 1968 foi implementado o Termômetro de vendas, um guia que monitora as vendas do comércio, possibilitando o desenvolvimento de estratégias para o comércio.  No final da década, o grupo fundador criou as famosas promoções para as datas festivas do comércio, como Dia dos Namorados, das Mães, dos Pais e Natal.

 

Década de 70

 O CDL/BH, à medida que se expandia, envolvia-se mais em questões relacionadas ao desenvolvimento do Estado e da capital e também ligadas ao bem-estar de seus habitantes. Nesta época, as entidades empresariais mineiras se uniram pela instalação de um pólo siderúrgico em Minas, e não no Espírito Santo, como previa o governo federal. O esforço culminou com a inauguração da Açominas, na década seguinte, em 1986, em Ouro Branco.
 
A década foi marcada por inúmeras reivindicações junto à PBH para solucionar problemas cotidianos, como a limpeza das ruas, estabelecimento do horário livre de comércio, camelôs no Hipercentro, entre outras. A Entidade também investiu na profissionalização do lojista e promoções nas datas comemorativas. Em 1977, o CDL fez contatos com o Banco Central e teve participação fundamental junto ao governo federal para a implantação da alienação fiduciária e na comissão de Modificação do Código Tributário. Também conseguiu inserir nas folhas de cheque o número do CPF do emitente.
 
 Com o crescimento do Clube e dos dados do cadastro do SPC, o espaço do edifício Araxá tornou-se pequeno para as diversas atividades. Começaram estudos sobre construção de uma nova sede e um lote foi adquirido na gestão do Presidente Leonardo Augusto Ferreira. Em 28/12/1976, na gestão do Presidente Marcos Furman, foi inaugurada a primeira parte da sede do CDL/BH, na Av. João Pinheiro, 495, onde permanece até os dias de hoje. A comissão de construção era integrada por Marcos Furman, Danilo Adolfo dos Santos e Ronaldo Ferretti.

 

Década de 80

Este foi um período de muitas reivindicações e protestos liderados pelo CDL/BH devido aos problemas econômicos existentes no país e os de infra-estrutura ocorridos em Belo Horizonte. Alguns exemplos são o movimento contra a redução da jornada de trabalho proposta pelo governo, pela regulamentação do factoring, contra o projeto de lei 19/83, que visava eliminar o protesto de título, além da reivindicação pela criação do estacionamento de Faixa Azul. Em 1982, conseguiu junto ao governo do estado o pagamento parcelado do ICMS, durante o mês de dezembro.

 Em 1984, para atender à demanda crescente dos associados em relação ao banco de dados do SPC, o CDL/BH adquiriu um computador para o Centro de Processamento de Dados, na gestão de Celso Teixeira. Para manter um diálogo direto com o consumidor, foi inaugurado, em 1988, o Departamento de Assistência ao Consumidor, o DEACON, com palestra do jurista Ives Gandra da Silva Martins. O Instituto Jk também surgiu neste momento, promovendo cursos e palestras sobre os mais variados temas, como tributação, marketing, entre outros. No mesmo sentido, foi criado o Conselho Econômico, que trazia até o CDL/BH economistas, tributaristas e jornalistas para ampliar o universo do associado.

 Neste período também foi criado o Balcão do Lojista, para resolver questões do associado junto aos poderes constituídos e, posteriormente, foi transformado em prestação de consultoria jurídica ao associado. Em 1986, foi implementada a Fundação CDL Pró-Criança, o braço social da Entidade e em 1989 foi criado o CDL Jovem, com a finalidade de desenvolver novos líderes.

Durante esta década, a Entidade criou os prêmios “Lojista do Ano” e “Mérito Lojista”, contemplando aqueles que se destacavam na defesa do comércio e da comunidade. No Natal diversas campanhas foram lançadas e, a partir dessa época, a figura do Papai Noel nas ruas da capital virou tradição.

 

Década de 90

O nome Clube de Diretores Lojistas, já não expressava mais a força de uma entidade que representava milhares de lojistas da capital, pois passava a idéia de restrição e de clube social. Assim, em 24/11/1994, o CDL/BH passou a significar Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte.

Em 1995, foi criada a Agência para o Desenvolvimento do Centro de BH, a ADBH, formada por diversas entidades de classe, preocupadas com a degradação contínua desta região, capitaneadas pela CDL/BH.

Em 1996 a CDL/BH passou por um processo de informatização global, na gestão do Presidente Eduardo Noronha, possibilitando maior suporte aos lojistas. Assim, teve início a CDL Net Interligação, operando em conjunto com os SPCs das cidades mineiras; a provedora de acesso à internet; e o serviço de telemarketing. Em face à globalização, surgiu a Comissão de Comércio Exterior, a Comex.  Em 1993, foi criado o serviço de Cheque  Garantido, mais um instrumento contra a inadimplência.

A famosa Liquidabelô, a megaliquidação que envolvia quase todo o comércio da cidade, foi realizada pela primeira vez em 1996. Outras ações foram colocadas em prática para impulsionar as vendas em baixa, como concursos de vitrines de Natal, em parceira com a PBH.

Em 1997, foi criado o Centro de Tecnologia do Varejo, hoje Faculdade de Tecnologia do Comércio, a Fatec-Comércio. Neste mesmo ano, a CDL/BH sediou a 38º Convenção do Comércio Lojista. Em 1999, a Entidade lançou o “SOS Cidadão” e o Banco de Empregos, criado para reduzir as dificuldades das empresas do comércio na contratação de mão-de-obra especializada.

 No final da década, a CDL/BH, na gestão de Manoel Bernardes,  junto a outras entidades, teve participação decisiva na Assembléia Legislativa, para pressionar os deputados na aprovação da lei que instituiu o Código de Defesa do Contribuinte. Nessa época, os trabalhos para a aprovação de uma norma que possibilitasse a abertura do comércio aos domingos foram intensificados e resultaram na aprovação, pela Câmara dos Deputados, da Lei 10.101, de 2001.


 
1ª década de 2000

Neste período, a CDL/BH organizou congressos e seminários para discutir a situação do varejo, como o Congresso Internacional de Shopping Centers, Fórum Mineiro de Jovens Lideranças, Seminário Nacional Cidadania e responsabilidade social e Empresarial, debates com os candidatos à Presidência da República e à Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros. Em 2001, foi sancionada pelo governo federal a Lei 10.101, que regulamenta o trabalho dos empregados no comércio aos domingos.
 
 Em 2003, na gestão do Presidente Roberto Alfeu, foi implementado o projeto Olho Vivo, em parceria com o Governo de Minas e PBH, por meio da Polícia Militar e Secretaria de Defesa Social. Durante as intensas chuvas de 2003, que deixaram milhares de pessoas desabrigadas no Estado, os lojistas e a comunidade trabalharam juntos com a CDL/BH no projeto Minas Solidária. Ainda neste ano, em parceira com a PBH e os comerciantes, a CDL/BH criou o projeto “Sempre Savassi”. O Código de Posturas de Belo Horizonte, de julho de 2003, incorporou proposições que foram apresentadas pela Entidade para beneficiar o comércio varejista.

O ano de 2004 foi marcado pela implementação de um novo modelo de gestão na Entidade, o Gerenciamento Baseado em Desempenho, o GBD, atendendo à necessidade de alinhar a implantação de estratégias ao processo de tomada de decisões rápidas e à mensuração de resultados.

No ano de 2005, foi inaugurado o Centro Integrado de Atendimento ao Associado, CIAA, para atender o associado pessoalmente de forma ágil e integrá-lo cada vez mais à entidade. O atendimento telefônico Em 2005 criou-se o serviço de atendimento ao associado, SAA, para centralizar e melhorar o atendimento telefônico.
 
Em março de 2004, entrou em funcionamento o SPC Brasil, que interligou as informações cadastrais das CDLs do Brasil todo. Em 2006, iniciou debates mais aprofundados para resolver os problemas que afetam os principais centros comerciais da Capital e alguns segmentos do comércio. Nesse contexto surgiram os Conselhos Regionais CDL/BH Savassi, Barreiro, Hipercentro e Barro Preto e as Câmaras Setoriais de Papelarias e Livrarias e Óticas.

No mesmo ano, Entidade lançou o CDL+Lojista, o maior programa de desenvolvimento para o comércio e serviços, composto por degustação de produtos, ao cartazes de Natal, o Kit Loja+ e a Campanha de recuperação de crédito, que concedeu alternativas para que consumidores inadimplentes quitassem suas dívidas e regularizassem o nome no SPC. Também, trouxe de volta o Programa de Capacitação Empresarial (PCE).
 
2007 foi marcado pelo surgimento do Dia da Liberdade de Impostos. A ação foi realizada pela primeira vez em um posto de combustível da capital, que vendeu gasolina com o valor sem impostos, em protesto contra a alta carga tributária brasileira. No mesmo ano, a CDL/BH lançou o Fórum Permanente de Mobilidade Urbana, juntamente com a PBH e a BHTrans, para discutir sobre as questões relativas ao trânsito na área central.

No final da década, uma das principais bandeiras da CDL/BH foi a regulamentação da indústria dos cartões de crédito, reduzindo os custos para o lojista e abrindo a concorrência entre as operadoras. Uma vitória importantíssima foi conquistada, a unificação das máquinas que passam o cartão. Antes havia necessidade de uma máquina para cada bandeira, o que representava um custo a mais com o aluguel de cada uma.


2010 até os dias atuais

Em 2010, a CDL/BH criou a Câmara Setorial Duas Rodas e o Conselho Floresta. No mesmo ano, foi lançado o produto SPC Score . 

Sob a nova gestão, comandada pelo comerciante Bruno Falci, a CDL/BH fecha parceria com a Serasa, para diversificar seu mix de produtos, tornando-se ainda mais competitiva em relação às soluções de análise de crédito.

Outras conquistas importantes deste início de década foram:

- Apoio aos lojistas durante as obras de revitalização da Savassi.
 
- Cancelamento da construção do BRT (Bus Rapid Trafic) na Avenida Pedro II, que acarretaria na desapropriação de dezenas de empresas do local.
 
- Prorrogação do envio de dados pelo Sped Fiscal.
 
- Redução a 0% a carga tributária nas operações internas com capacete para motocicletas.
 
- Regulamentação do Código de Defesa do Contribuinte pelo Governador Antônio Anastasia, atendendo a uma reivindicação da CDL/BH.
 
- Redução de ICMS de material escolar de 18% para 12%.
 
- redução do MVA do setor de brinquedos para 75%, igualando a alíquota vigente no estado de São Paulo.
 
- prorrogação do prazo de pagamento do ICMS para as empresas que foram afetadas pelos vandalismos das manifestações em 2013.
 
- suspensão do Projeto de Lei 298/13 que obrigava a instalação de banheiros e bebedouros públicos em lojas comerciais da Capital com mais de 200 metros quadrados.
 
- suspensão por tempo indeterminado a implementação do sistema rotativo para Carga e Descarga de mercadorias na Capital, que estava prevista para 2014.
 
- Aprovação de propostas importantes para o comércio e para a cidade na 4ª Conferência Municipal de Políticas Urbanas, pelos 41 delegados do setor de comércio. A CDL/BH também conseguiu uma composição histórica na Conferência, ao mobilizar o segmento e conseguir eleger os 41 delegados.
 
- Parceria com o Grupo Anima, para obtenção de descontos exclusivos para nossos associados em cursos de qualquer modalidade das universidades Una e Uni-BH.
 
- Paralisação do projeto de Lei nº 13.317 obrigava os setores de comércio, bares e restaurantes a desembolsarem aproximadamente R$17.000,00 na adequação de seus banheiros com dispositivos acionados por sensor e/ou pés.
 
- Preparação do comércio para receber a Copa do Mundo Fifa 2014, por meio de seminários, workshops e palestras para o setor; disponibilização de um estande com tradutor trilíngue, localizado na Savassi, para auxiliar os comerciantes nas vendas para estrangeiros; e reivindicação por maior segurança e limpeza na Savassi durante o evento. 
 
- Criação da Câmara Setorial Pet.
 
- Criação, por meio do Conselho Regional CDL Savassi e parceria com a Polícia Militar, da Rede de Comerciantes Protegidos da Savassi, que utiliza o aplicativo WhatsApp na prevenção contra a criminalidade. A Rede obteve bons resultados logo de início e foi extendida para outros centros comerciais como Lourdes, Barro Preto e Hipercentro.
 
Em 2015, duas grandes ações marcaram o ano: a Medalha 16 de Julho e a promoção Natal de Prêmios CDL/BH. A medalha foi instituida para homenagear os empresários que se destacam à frente dos negócios nas nove regionais da Capital no Dia do Comerciante. Já a promoção, foi realizada com o intuito de incentivar o comércio para as vendas de Natal, apoio importante em um ano de economia estagnada.
 

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